Pentágono confia a Musk planejamento de 'futuro da guerra'
Bilionário retornará a governo Trump para coliderar projeto em tecnologia
O Pentágono anunciou que Elon Musk, ao lado de Palmer Luckey e Newt Gingrich, coliderará o "Projeto Meridiano", iniciativa voltada a planejar o futuro da guerra para as Forças Armadas dos EUA. O estudo focará no uso de tecnologias de ponta, como inteligência artificial e robótica, além de operações em novos territórios, incluindo a Lua, visando manter a liderança militar global. O secretário de Defesa, Pete Hegseth, prevê a entrega dos primeiros resultados da proposta em até três meses.
O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, anunciou nesta quinta-feira (1º) que o bilionário Elon Musk irá coliderar um projeto do Pentágono voltado para o estudo do "futuro da guerra".
Trata-se da primeira vez que o CEO da SpaceX voltará a trabalhar na administração de Donald Trump, após sua passagem pelo Departamento de Eficiência Governamental (Doge), no início do segundo mandato do republicano.
Musk irá atuar ao lado de Palmer Luckey, CEO da empresa Anduril, e de Newt Gingrich, ex-presidente da Câmara dos Representantes.
A iniciativa, chamada de "Project Meridian" ("Projeto Meridiano"), visa examinar como as Forças Armadas dos EUA podem utilizar novas tecnologias e conduzir operações de combate em territórios inexplorados, incluindo a Lua, informou o Departamento de Defesa em comunicado.
"Estamos testemunhando avanços rápidos em inteligência artificial, autonomia, energia direcionada, robótica e biotecnologia, entre outras áreas críticas de alta tecnologia.
Em conjunto, esses novos domínios, novas formas de combate e desenvolvimentos tecnológicos alterarão profundamente a natureza da guerra", disse Hegseth ao anunciar a proposta.
"Para manter a dominância global, os EUA devem antecipar futuros ambientes operacionais", acrescentou o chefe do Pentágono, observando que espera os primeiros resultados em até três meses. .
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