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Líderes mundiais condenam tiros em jantar com Trump nos EUA

Reações destacam repúdio à violência política e alívio por presidente e convidados estarem ilesos

26 abr 2026 - 07h24
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Líderes de diversos países manifestaram repúdio aos disparos registrados no jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca, em Washington, na noite de sábado, 25, e destacaram alívio pelo fato de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a primeira-dama, Melania Trump, e os demais convidados não terem se ferido.

O chefe de governo do Paquistão, Shehbaz Sharif, afirmou estar "profundamente chocado" com o ocorrido e pelo "perturbador incidente".

Trump é escoltado às pressas por seguranças após suspeita de atentado
Trump é escoltado às pressas por seguranças após suspeita de atentado
Foto: DW / Deutsche Welle

A presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou que a violência não pode ser aceita por aqueles que defendem a paz. "Condenamos veementemente a tentativa de ataque contra o presidente Donald Trump e sua esposa", disse, ao desejar segurança aos presentes.

Em tom semelhante, a presidente do México, Claudia Sheinbaum, declarou que "a violência nunca deve ser o caminho".

O primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, disse estar aliviado com a segurança dos participantes e ressaltou que a violência política "não tem lugar em nenhuma democracia". A mesma avaliação foi feita pela premiê do Japão, Sanae Takaichi, que afirmou que atos do tipo não podem ser tolerados.

Já o primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, elogiou a resposta das forças de segurança americanas, destacando a rapidez na contenção do incidente. O premiê da Índia, Narendra Modi, também condenou o episódio e desejou segurança contínua às autoridades dos EUA.

Nos Estados Unidos, a ex-presidente da Câmara Nancy Pelosi, adversária política de Trump, destacou a atuação dos agentes de segurança. Ela também mencionou o impacto do episódio ao lembrar experiências pessoais com violência política e manifestou solidariedade ao agente ferido e aos presentes.

Outro democrata, o governador da Califórnia, Gavin Newsom, afirmou que a violência é inaceitável e reforçou a importância de uma imprensa livre para o país.

Estadão
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