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Isaias se intensifica e se torna o primeiro furacão do Atlântico de 2026

8 out 2026 - 08h09
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Resumo
Isaias tornou-se o primeiro furacão da temporada atlântica de 2026, com ventos de 120 km/h e previsão de intensificação ao se aproximar da costa norte do Golfo dos EUA. O fenômeno forçou petroleiras como Shell e Chevron a evacuar plataformas e interromper operações de óleo e gás offshore. A ameaça à infraestrutura energética regional gera preocupação com possíveis impactos na produção, aperto nos estoques e novos aumentos nos preços dos combustíveis, em um ano contido pelo El Niño.

Isaias se tornou ‌o primeiro furacão da temporada atlântica de 2026, provocando a interrupção da produção e retirada em instalações de energia no Golfo dos ⁠Estados Unidos.

O Isaias estava localizado ‌a cerca de 715 km ao sul-sudoeste da foz do ‌rio Mississippi, com ventos ‌máximos sustentados de 120 ⁠km/h, informou o Centro Nacional de Furacões (NHC) dos EUA na quinta-feira.

O NHC observou que é esperado um fortalecimento adicional e que o ‌Isaias deve permanecer como um furacão ‌forte à ⁠medida ⁠que se aproxima da costa norte do ⁠Golfo na ‌noite de ‌sexta-feira.

A previsão é de que o furacão passe por áreas com significativa produção offshore de petróleo ⁠e gás, além de instalações de refino em terra firme, o que poderia pressionar os estoques e os ‌preços já elevados nos postos de combustível.

O forte fenômeno climático El ⁠Niño limitou a formação de furacões no Atlântico este ano, criando condições de vento desfavoráveis que impedem o fortalecimento das tempestades.

Empresas de energia dos EUA, como a Shell e a Chevron, informaram que estavam reduzindo as operações offshore em suas plataformas no Golfo.

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