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Brasileiro desaparece há 24 dias na França; família cobra respostas sobre investigação

Bruno Fernando Rego trabalhava como motorista com carro rastreável, mas ainda não foi localizado

29 jul 2026 - 17h26
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Bruno Rego teve o último contato com amigos e familiares no início de julho
Bruno Rego teve o último contato com amigos e familiares no início de julho
Foto: Reprodução/Instagram

O brasileiro Bruno Fernando Rego, de 28 anos, natural de Capivari (SP) está desaparecido há 24 dias na França. Ele vivia na região metropolitana de Paris, onde trabalhava como motorista de aplicativos e também realizava viagens internacionais de forma independente.

Segundo a família, o último contato de Bruno aconteceu no dia 5 de julho, quando conversou com um amigo de sua cidade natal. Desde então, ele não voltou a dar notícias, e parente tentam reunir informações para auxiliar nas investigações. 

A irmã dele, Beatriz Rego, afirmou à TV Globo, que os familires enfrentam dificuldades para se inteirar sobre os detalhes da investigação francesa. Um dos principais questionamentos envolve o veículo usado pelo Bruno, já que era alugado e contava com rastreamento por satélite. 

De acordo com a família, o desaparecimento ocoreeu em circustâncias consideradas incomuns. Bruno havia perdido recentemente o passaporte, desapareceu portando somente a roupa do corpo, e o telefone deixou de receber chamadas. 

Beatriz, que vive em Portugal, contou que precisou registrar um boletim de ocorrência naquele país para que o caso avançasse. Segundo ela, inicialmente amigos de Bruno não conseguiram formalizar a denúncia na França. "A queixa foi feita em Portugal, porque em França existe uma lei que se diz que a pessoa tem direito a desaparecer. Então eles não aceitavam que os amigos do Bruno fizessem a queixa", relata.

Após contato das autoridades portuguesas, a investigação passou a ser conduzida pelas autoridades francesas. Em nota, o Ministério das Relações Exteriores informou que acompanha o caso por meio do Consulado-Geral do Brasil em Paris.

Questionada sobre o andamento da investigação, a pasta afirmou que não divulga informações pessoais sobre atendimentos consulares. 

Fonte: Portal Terra
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