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Big Ben pode ficar em silêncio durante 3 anos para reforma

Segundo fontes que trabalham na torre, o mecanismo do relógio, que pesa cinco toneladas, "está prestes a falhar"

18 out 2015
08h23
atualizado às 17h02
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O emblemático Big Ben de Londres, construído em 1859, precisa de uma urgente reforma, estimada em 52 milhões de euros, que pode obrigar o famoso relógio a permanecer em silêncio durante três anos, informou neste domingo (18) o jornal britânico The Sunday Times.

Big Ben é um dos símbolos de Londres
Big Ben é um dos símbolos de Londres
Foto: PHOTOCREO Michal Bednarek/Shutterstock

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Segundo fontes que trabalham na torre que abriga o Big Ben, o mecanismo do relógio, que pesa cinco toneladas, "está prestes a falhar e este é um problema catastrófico", razão pela qual é necessário iniciar a reparação o mais rápido possível.

Apesar de não haver problemas estruturais no edifício, situado no palácio de Westminster, há falhas nas agulhas do relógio e um desequilíbrio no pêndulo, o que torna cada vez mais difícil que possa dar a hora de maneira exata, acrescentou o jornal.

O plano de restauração inclui a instalação de um elevador na torre e a modernização da mesma para que cumpra os requisitos de segurança estabelecidos pela estrita Lei de Segurança e Saúde britânica.

Segundo a mesma fonte, estes trabalhos já foram aprovados pelo comitê administrativo da Câmara dos Comuns, e o custo foi estimado em 52 milhões de euros.

Os especialistas ainda não sabem o tempo que durará a paralisação do relógio para fazer os consertos, mas se estima que pode chegar a três anos devido ao difícil estado em que se encontra.

Esta não é a primeira vez que o relógio seria parado, sendo que a última delas aconteceu em 2007.

Também ficou em silêncio enquanto eram realizados trabalhos de manutenção em 1934, 1956 e 1990, enquanto em 1976 não se escutaram as badaladas durante meses devido a uma falha.

Em 1916 os sinos do Big Ben foram silenciados para impedir que os Zepelins alemães utilizassem o relógio como ponto de referência de navegação durante a I Guerra Mundial.

EFE   
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