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EUA querem acelerar ritmo de vacinação enquanto pandemia se agrava e mercado de trabalho sofre

7 jan 2021 - 20h42
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Autoridades federais, estaduais e locais dos Estados Unidos buscam acelerar o ritmo da vacinação contra a Covid-19, um dia depois de serem registradas as mortes de 4 mil norte-americanos e enquanto os dados sobre emprego no país mostram que a pandemia e os lockdowns impostos por governos atingiram em cheio o mercado de trabalho. 

Funcionária de casa de repouso é vacinada contra Covid-19 em Nova York
04/01/2021
REUTERS/Yuki Iwamura
Funcionária de casa de repouso é vacinada contra Covid-19 em Nova York 04/01/2021 REUTERS/Yuki Iwamura
Foto: Reuters

Até esta quinta-feira cerca de 6 milhões de pessoas nos Estados Unidos receberam a primeira de duas doses do imunizante, apesar da distribuição nacional de mais de 21 milhões de doses, de acordo com o Centro para Controle e Prevenção de Doenças dos EUA.

O número é bem menor que as 20 milhões de vacinações que o governo havia prometido aplicar até o final de 2020, enquanto a pandemia dispara em números de infecções, hospitalizações e mortes. 

Com os sistemas de Saúde sob uma pressão cada vez maior a cada dia, líderes políticos anunciaram medidas para acelerar o ritmo moroso das vacinações. 

Na quarta-feira, importantes autoridades de Saúde dos EUA anunciaram planos para iniciar a distribuição de vacinas contra a Covid-19 em farmácias por todo o país, mais cedo que o esperado nesta semana, já que Estados estavam tendo dificuldades de administrar os estoques de vacinas recebidos. 

A parceria com 19 redes de farmácias irá eventualmente permitir que o programa Operação Warp Speed do governo Trump entregue vacinas para até 40 mil locais de todo o país, afirmaram as autoridades na quarta-feira.

O Secretário de Saúde, Alex Azar, também pediu que os governadores não deixem vacinas inutilizadas por conta de políticas que requerem que profissionais de saúde recebam primeiro o medicamento. 

Se os Estados estão tendo dificuldades para distribuir a vacina, "então o melhor é abrir para pessoas de 70 anos ou mais e de 65 anos ou mais", disse Azar.

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