Após 15 anos, polícia prende assassina de corretora morta a tiros nos EUA
Caso de permaneceu sem solução por mais de uma década
Uma década e meia depois de um crime que permaneceu sem pistas, a polícia de West Des Moines, no estado de Iowa (EUA), anunciou a prisão de uma suspeita no assassinato da corretora de imóveis Ashley Okland. O caso, que havia esfriado ao longo dos anos, ganhou um novo rumo com a detenção de Kristin Ramsey, de 53 anos.
Receba as principais notícias direto no WhatsApp! Inscreva-se no canal do Terra
Ashley tinha 27 anos quando foi morta, em 8 de abril de 2011, enquanto trabalhava. Naquele dia, ela apresentava um sobrado modelo a possíveis compradores quando foi atingida por tiros dentro do imóvel. A cena do crime foi descoberta por uma funcionária da construtora responsável pelo empreendimento, a Rottlund Homes, que estranhou uma movimentação no local. Ao entrar na residência, encontrou a corretora caída no chão e chamou por ajuda. Okland chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos.
Durante anos, o caso permaneceu sem solução. O avanço mais recente foi divulgado em coletiva de imprensa realizada na quarta-feira, 18 de março, quando autoridades confirmaram a prisão de Ramsey e sua acusação por homicídio.
Na ocasião, familiares de Ashley voltaram a público para comentar o desfecho inesperado. "Aquela sexta-feira à tarde, quando Ashley foi tirada de nós, parece tão distante", disse a irmã de Ashley, Brittany Bruce, durante a coletiva, conforme a revista People. "Tínhamos perdido a esperança de encontrar respostas e de obter qualquer justiça para Ashley. Foi muito difícil aceitar que o caso havia esfriado".
O irmão da vítima, Josh Okland, também destacou o impacto do avanço para a família. "Hoje é o dia em que minha família pensou com muita frequência nos últimos 14 anos", afirmou.
Apesar da prisão, a polícia ainda não divulgou detalhes sobre a motivação do crime nem esclareceu se havia algum tipo de relação entre a vítima e a suspeita. Informações públicas indicam que Kristin Ramsey trabalhava, na época do assassinato, como gerente de vendas na mesma construtora envolvida no empreendimento onde Okland foi morta.