Script = https://s1.trrsf.com/update-1786557910/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Mundo

Publicidade

Coreia do Norte diz que política hostil dos EUA segue inalterada e promete intensificar força nuclear

31 ago 2026 - 09h27
Compartilhar
Exibir comentários
Resumo
A Coreia do Norte declarou que a política hostil dos EUA permanece inalterada e prometeu intensificar seu poderio nuclear, rejeitando exigências de desnuclearização. Pyongyang acusou Washington de manter uma postura de confronto por meio de críticas e exercícios militares conjuntos com Coreia do Sul e Japão, considerados ameaças à segurança regional. A reação ocorre mesmo após Donald Trump reduzir manobras militares e buscar a retomada do diálogo com o líder Kim Jong Un.

A Coreia do ‌Norte afirmou nesta segunda-feira que a política hostil dos Estados Unidos permanece inalterada e prometeu continuar intensificando sua força nuclear, rejeitando os repetidos apelos dos EUA pela desnuclearização do país.

Em comunicado divulgado pela agência de notícias estatal KCNA, um porta-voz do ⁠Ministério das Relações Exteriores acusou Washington de manter uma postura de ‌confronto por meio de seu compromisso com a "desnuclearização completa" da Coreia do Norte, das críticas ao histórico de direitos ‌humanos do país e dos exercícios militares ‌conjuntos planejados com a Coreia do Sul e o ⁠Japão.

"O governo Trump, portanto, reafirmou plenamente sua política hostil e imutável de violar arbitrariamente a soberania, o sistema político e os interesses de segurança da RPDC", disse o porta-voz, utilizando as iniciais do nome oficial da Coreia do Norte, República Popular ‌Democrática da Coreia.

O porta-voz afirmou que as armas nucleares da Coreia ‌do Norte são "uma garantia ⁠absoluta para ⁠a defesa de sua soberania" e que seu status nuclear não seria ⁠enfraquecido pelas repetidas exigências de ‌desnuclearização dos EUA.

O porta-voz ‌também disse que esperar qualquer amenização das tensões regionais era "inútil".

Da mesma forma, "não há mudança" na política da Coreia do Norte em relação aos EUA, segundo o porta-voz.

A declaração foi ⁠feita depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, ordenou neste mês uma redução significativa dos exercícios anuais "Ulchi Freedom Shield" entre os Estados Unidos e a Coreia do Sul.

Trump citou seu "ótimo relacionamento" com o líder ‌norte-coreano Kim Jong Un e disse que os exercícios eram caros e enviavam um sinal desnecessariamente hostil a Pyongyang.

Trump vem ⁠buscando uma nova cúpula com o líder norte-coreano. Os dois se encontraram três vezes em 2018 e 2019.

Apesar da redução dos exercícios, Kim Yo Jong, irmã do líder norte-coreano, disse neste mês que os exercícios continuavam sendo provocativos e agressivos, mesmo que sua escala e duração fossem reduzidas.

Separadamente, EUA, Coreia do Sul e Japão devem realizar o exercício "Freedom Edge", que visa melhorar a coordenação contra ameaças nucleares e de mísseis, de 7 a 11 de setembro, segundo as Forças Armadas de Seul. A Coreia do Norte tem denunciado repetidamente o exercício trilateral como uma ameaça à segurança regional.

Reuters Reuters - Esta publicação inclusive informação e dados são de propriedade intelectual de Reuters. Fica expresamente proibido seu uso ou de seu nome sem a prévia autorização de Reuters. Todos os direitos reservados.
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra