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Companhias aéreas aumentam preços das passagens enquanto guerra do Irã impulsiona custos de combustível

10 mar 2026 - 10h15
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A australiana Qantas ‌Airways, a SAS, da Escandinávia, e a Air New Zealand anunciaram aumentos nas tarifas aéreas nesta terça-feira, culpando um aumento abrupto no custo do combustível causado pelo conflito no Oriente Médio.

Os preços do combustível de aviação, que estavam em torno de US$85 a ⁠US$90 por barril antes dos ataques israelenses e norte-americanos contra ‌o Irã, subiram para US$150 a US$200 por barril nos últimos dias, informou a companhia aérea de bandeira da Nova Zelândia, ‌que suspendeu suas perspectivas financeiras para ‌2026 devido à incerteza sobre o conflito.

A guerra, que ⁠interrompeu o transporte marítimo pela rota de exportação de petróleo mais vital do mundo, fez com que os preços do petróleo subissem, perturbando as viagens globais, elevando as passagens aéreas em algumas rotas e provocando temores de uma profunda queda nas viagens que ‌poderia levar à paralisação generalizada dos aviões.

"Aumentos dessa magnitude tornam necessária ‌uma reação para ⁠manter as operações ⁠estáveis e confiáveis", disse um porta-voz da SAS em uma declaração à ⁠Reuters, acrescentando que havia implementado ‌um "ajuste temporário de preços".

A maior ‌companhia aérea escandinava disse no ano passado que havia ajustado temporariamente sua política de cobertura de combustível devido às condições incertas do mercado e que não havia cobertura de consumo ⁠de combustível para os 12 meses seguintes.

Embora várias companhias aéreas asiáticas e europeias, incluindo a Lufthansa e a Ryanair, tenham feito hedge de petróleo, garantindo uma parte de seus suprimentos de combustível a preços fixos, a ‌Finnair alertou que até mesmo a disponibilidade de combustível poderia estar em risco se o conflito se arrastasse. O Kuweit, um ⁠importante exportador de combustível de aviação para o noroeste da Europa, enfrentou cortes na produção.

"Uma crise prolongada poderia afetar não apenas o preço do combustível, mas também sua disponibilidade, pelo menos temporariamente", disse um porta-voz da Finnair, acrescentando que ainda não havia visto isso acontecer. A empresa havia feito hedge de mais de 80% de suas compras de combustível no primeiro trimestre.

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