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Colômbia revela descoberta de plano para matar o presidente

Segurança de Duque foi intensificada com ajuda dos Estados Unidos, Reino Unido e Israel

30 dez 2018
11h52
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O ministro das Relações Exteriores da Colômbia, Carlos Holmes Trujillo, afirmou neste sábado que as autoridades descobriram planos para possível atentado contra o presidente Iván Duque e afirmou que três cidadãos venezuelanos foram capturados recentemente com armas de guerra.

"Gostaria de informar que a comunidade internacional está se dando conta de que, há vários meses, investigações de inteligência estavam sendo conduzidas sobre possíveis ataques contra a vida do presidente", manifestou Trujillo, em um vídeo divulgado pelo seu gabinete.

Ivan Duque, presidente da Colômbia, em discurso em Bogotá (17/12/2018)
Ivan Duque, presidente da Colômbia, em discurso em Bogotá (17/12/2018)
Foto: Luisa Gonzalez / Reuters

De acordo com o chanceler, "a isto se soma a recente captura de três cidadãos venezuelanos que foram encontrados em posse de armas de guerra, o que aumenta ainda mais as preocupações das autoridades neste assunto". Dois deles foram capturados esta semana em Valledupar, capital do departamento de Cesar, fronteira com a Venezuela, em posse de dois fuzis e o terceiro foi detido em Barranquilla.

A segurança de Duque foi intensificada com ajuda dos Estados Unidos, Reino Unido e Israel. Duque tem 42 anos, é economista, assumiu o governo colombiano em agosto deste ano e é um crítico do governo socialista de Nicolás Maduro, da Venezuela, a quem ele chama de ditador. Enquanto isso, Maduro alega que a Colômbia ajuda terroristas, depois que um drone explodiu na Venezuela. A Colômbia nega as acuações.

Em relação às prisões em Valledupar, a polícia informou há dois dias que elas aconteceram depois que agentes descobriram em um ônibus que seguia para Barranquilla os venezuelanos José Vicente Gómez Ríos e Pedro José Acosta Ovalles. Os dois homens levavam na bagagem dois modernos fuzis. Sobre o detido em Barranquilla, as autoridades não deram mais informações.

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Estadão

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