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Colômbia e Finlândia liderarão esforços para reformar subsídios para proteger a biodiversidade

26 out 2026 - 14h45
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Resumo
Na 17ª Conferência da ONU sobre a Natureza, Colômbia e Finlândia assumiram a liderança do grupo "Amigos da Meta 18", apoiado pela França, para redirecionar US$ 500 bilhões anuais em subsídios prejudiciais à biodiversidade até 2030. Esses incentivos, que afetam florestas, solo e água com desmatamento e pesticidas, geram custos globais de até US$ 24,7 trilhões ao ano devido à necessidade de reparar danos ambientais e à saúde. A iniciativa visa criar planos práticos para apoiar outros países na reforma.

A Colômbia, a Finlândia e a França concordaram em intensificar os esforços para identificar e redirecionar US$500 bilhões em subsídios anuais ⁠que são — muitas vezes sem ‌intenção — prejudiciais à biodiversidade, à medida que a 17ª Conferência ‌da ONU sobre ‌a Natureza, em Yerevan, ⁠na Armênia, chegou à sua metade nesta segunda-feira.

•  O grupo "Amigos da Meta 18" — liderado pela Colômbia e pela Finlândia — impulsionará os esforços ‌para cumprir a meta acordada globalmente ‌até 2030.

• ⁠O ⁠grupo elaborará um plano e ajudará outros ⁠países ‌a redirecionar os ‌subsídios, embora ainda não tenha sido acordada uma estrutura formal.

• Subsídios considerados prejudiciais podem, por ⁠exemplo, incentivar o desmatamento da floresta tropical ou oferecer descontos do governo em fertilizantes e pesticidas que ‌danificam o solo e a água.

• Amplo apoio à iniciativa na ⁠COP.

• Os subsídios podem custar aos governos entre US$11 trilhões e US$24,7 trilhões por ano, estima o grupo de campanha Conservation International, já que muitas vezes os governos acabam pagando uma segunda vez para reparar os danos causados ao meio ambiente, à saúde ou à infraestrutura.

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