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Mistério persiste após quatro meses do ataque a tiros que matou irmãos em Porto Alegre

O ataque a tiros que resultou na morte dos irmãos Marina e João Francisco, em Porto Alegre, permanece sem solução quatro meses após o ocorrido. A família e a comunidade escolar aguardam por esclarecimentos, enquanto a polícia trabalha para responsabilizar não apenas o autor dos disparos, mas também quem ordenou ou autorizou o crime.

17 ago 2023 - 14h30
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Quatro meses após o trágico ataque a tiros que resultou na morte dos irmãos Marina Maciel dos Santos e João Francisco Maciel dos Santos, de 16 e 14 anos, respectivamente, a cidade de Porto Alegre ainda busca respostas. O Colégio Estadual Coronel Afonso Emílio Massot, onde os adolescentes estudavam, e a comunidade em geral continuam aguardando por esclarecimentos sobre o incidente, que permanece sem resolução até o momento.

Foto: Carla Maciel de Farias / Arquivo Pessoal / Porto Alegre 24 horas

A Polícia Civil, responsável pela investigação, ainda possui etapas pendentes no inquérito. A delegada Clarissa Demartini, que lidera o trabalho da 1ª Delegacia de Polícia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DPHPP), revela que diversas diligências já foram realizadas, porém algumas etapas ainda precisam ser cumpridas. O sigilo das informações é mantido para preservar a integridade das apurações.

O crime ocorreu em um contexto onde outros ataques semelhantes já haviam acontecido, o que aumenta a atenção da polícia para o caso. Além de identificar o autor dos disparos, a polícia busca responsabilizar também aqueles que ordenaram ou autorizaram o crime.

Até o momento, ninguém foi preso e nenhum suspeito foi apontado como possível autor do crime. A ausência de um desfecho preocupa não apenas a família das vítimas, que ainda está em luto, mas também a comunidade escolar que compartilhou momentos importantes com Marina e João Francisco.

Carla Maciel de Farias, mãe das vítimas, mudou-se da casa onde a família vivia por quatro anos, pois cada canto da residência trazia lembranças dos filhos. Marina e João Francisco, carinhosamente chamados de Princesa e Bzão, foram mortos a tiros quando saíram para comprar refrigerante, bolo e salgadinhos em uma padaria próxima à sua casa.

A comunidade escolar também teme que o caso caia no esquecimento com o passar do tempo. O diretor da escola onde os irmãos estudavam, João Alberto Rodrigues, acredita que o tempo pode fazer com que a narrativa do assassinato seja distorcida e desrespeitosa com a memória das vítimas. Professores também compartilham esse temor e torcem para que a justiça seja feita e o caso não seja apenas mais um esquecido pela sociedade.

Porto Alegre 24 horas
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