Script = https://s1.trrsf.com/update-1789154714/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
Publicidade

Ministério Público denuncia ex-padrasto por feminicídio de adolescente de 14 anos em Encantado

Crime contra Alice Levandoski Nitz foi motivado por desacordo financeiro e praticado com martelo e faca; Promotoria pede julgamento pelo Tribunal do Júri

10 set 2026 - 11h34
Compartilhar
Exibir comentários
Resumo
O Ministério Público do Rio Grande do Sul denunciou o ex-padrasto de Alice Levandoski Nitz, de 14 anos, pelo feminicídio da adolescente em Encantado. O crime, ocorrido em agosto após uma discussão banal sobre finanças, foi cometido com marteladas e facadas. A Promotoria incluiu qualificadoras de violência doméstica, motivo fútil e impossibilidade de defesa da vítima. O órgão pede que o acusado, que fugiu após avisar familiares, seja julgado pelo Tribunal do Júri e pague indenização à família.

O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) formalizou, nesta quarta-feira (9), denúncia criminal contra o ex-padrasto de Alice Levandoski Nitz, de 14 anos, pelo feminicídio da jovem ocorrido em 17 de agosto, no município de Encantado, no Vale do Taquari.

Foto: Reprodução / Porto Alegre 24 horas

De acordo com a acusação assinada pelo promotor de Justiça Heráclito Mota Barreto Neto, o assassinato foi motivado por um desentendimento banal envolvendo questões de ordem financeira. Durante o entrevero, o homem golpeou a cabeça da adolescente com um martelo e, na sequência, desferiu golpes de faca contra a região cervical da vítima, que não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu no interior da casa.

A Promotoria sustentou a qualificadora de feminicídio em contexto de violência doméstica e familiar, somada às agravantes de motivo fútil e emprego de recurso que impossibilitou qualquer chance de defesa da adolescente, que se encontrava desarmada e encurralada em espaço fechado. Logo após o ataque, o autor comunicou a execução do homicídio a parentes e fugiu da propriedade antes da chegada das guarnições da Brigada Militar.

Na peça acusatória remetida ao Poder Judiciário, o MPRS solicita a pronúncia do réu para que seja levado a julgamento popular perante o Tribunal do Júri, além da fixação de indenização pecuniária mínima para a reparação de danos morais e materiais suportados pelos familiares da vítima.

Porto Alegre 24 horas
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra