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Lula chega a Santiago do Chile com eleição da Venezuela em foco

A situação política venezuelana não está na pauta oficial da reunião entre os mandatários, segundo o Itamaraty. Mas, diplomatas avaliam ser inevitável que o assunto esteja presente nas reuniões privadas com o presidente Gabriel Boric

5 ago 2024 - 10h43
(atualizado às 10h55)
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) desembarcou na noite deste domingo (4) em Santiago, capital do Chile. O petista terá dois dias de encontros com políticos e empresários, mas as eleições na Venezuela estarão também em pauta, mesmo que não constem na agenda oficial.

Presidente Lula desembarcou no Chile neste domingo (4). Ele terá dois dias de encontros com políticos e empresários no país
Presidente Lula desembarcou no Chile neste domingo (4). Ele terá dois dias de encontros com políticos e empresários no país
Foto: Ricardo Stuckert / Perfil Brasil

A comitiva presidencial chegou à cidade por volta das 19h (20h no horário de Brasília). Lula, no entanto, preferiu não responder perguntas. "Amanhã eu falo o que vocês quiserem", disse à jornalistas que aguardavam na porta do hotel onde o presidente ficará hospedado.

Agenda no Chile

O primeiro compromisso do presidente será pela manhã, numa cerimônia de depositar flores no Monumento ao Libertador Bernardo O'Higgins.

Em seguida, segue para um encontro bilateral com o presidente chileno, Gabriel Boric. A expectativa é de que os chefes de Estado assinem 17 acordos bilaterais em campos como ciência e tecnologia, direitos humanos, segurança cibernética e educação.

Segundo informações do Itamaraty, Lula também pretende requisitar o apoio do Chile ao lançamento do programa da Aliança Contra a Fome e a Pobreza. Nos moldes do Bolsa Família, maior programa social do governo petista, a iniciativa deve ser anunciada durante o encontro do G20, em novembro.

Venezuela

A situação na Venezuela não está na pauta oficial da reunião entre os presidentes, de acordo com o Itamaraty. Diplomatas ouvidos pela Rede CNN, por outro lado, avaliam ser inevitável que ambos conversem sobre o assunto durante reuniões privadas.

O governo chileno não reconhece que as eleições que consagraram a reeleição de Nicolás Maduro como sendo confiáveis. Boric afirmou que a vitória do venezuelano "é difícil de acreditar".

Perfil Brasil
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