Em documento de 22 de março de 2009, o embaixador dos EUA em Riad informa sobre negociações diplomáticas a respeito dos prisioneiros de Guantánamo. O representante relata que o rei Abdullah, da Arábia Saudita, propôs implantar um chip nos detidos na base americana que retornassem a países caóticos, como o Iêmen. A medida oferecia, na opinião do monarca saudita, a solução perfeita para os temores de Washington de que os prisioneiros desaparecessem ou decidissem se juntar a uma organização terrorista.
Trechos:
“(...) o rei propôs a implantação de um chip eletrônico nos detidos com informações sobre eles, permitindo que seus movimentos sejam monitorados por Bluetooth. Isso foi feito com falcões e cavalos, disse o rei.”
“Cavalos não tem advogados, e esta proposta enfrenta vários obstáculos jurídicos nos EUA, mas concordei que o acompanhamento dos detidos é extremamente importante.”