Em 24 de julho de 2009, cerca de um mês depois do golpe de Estado que tirou o então presidente Manuel Zelaya do poder, o relatório do embaixador americano no país latino tenta esclarecer algumas questões em torno da operação. O documento deixa claro que o representante dos EUA não tem dúvidas de que houve um golpe de Estado no país e que "os militares, a Corte suprema e o Congresso Nacional conspiraram no dia 28 de junho no que constituiu um golpe ilegal e inconstitucional contra o Executivo".
Trechos:
“A suposta carta de ‘renúncia’ era uma invenção e nem sequer foi a base para a ação do Congresso em 28 de junho.”
"Não há dúvida de que a chegada ao poder de Roberto Micheletti foi ilegítima."
"Não importa quais sejam os pontos fortes do caso contra Zelaya, sua saída forçada do país por parte dos militares foi claramente ilegal.”