Em documento de 13 de julho de 2007, o representante em Harare diz que os EUA devem se preparar para o processo de mudança no Zimbábue e para ajudar a impulsioná-la. Afirma que a pobreza no país é, em muitos casos, resultados das medidas do governo para manter o poder a qualquer custo e aponta fraude nas eleições. Além disso, usa expressões pejorativas para falar do presidente, Robert Mugabe. Chega, por exemplo, a se referir ao governante africano como “aquele velho maluco”.
Trechos:
“Robert Mugabe tem sobrevivido por tanto tempo porque ele é mais esperto e cruel do que qualquer outro político do Zimbábue”
“Em 2005, tendo sido obrigado a roubar a vitória manipulando o resultado das eleições que perdeu, Mugabe reagiu, novamente, punindo a população urbana com o lançamento da Operação Murambatsvina.”