Atualmente, do projeto da Rua 24 Horas, só ficaram as melhorias infraestruturais e a cobertura. O local ainda concentra as mesmas lojas de aparelhos eletrônicos, presentes, loterias, tabacarias, lanchonetes, restaurantes, cinema e hotel. Para o comerciante João Carlos Andriotti, 58 anos, que trabalha na rua há 39 anos, o projeto já nasceu morto. "Essa rua já nasceu morta. Hoje, o Centro está morto. Ninguém vem para cá porque aqui porque não tem segurança, nem estacionamento. As pessoas já encontram tudo nos seus bairros". Ele diz que o sistema de funcionamento 24 horas não foi aplicado nenhum dia.