A ideia era dar uma opção de rua de serviços para a população gaúcha. No entanto, o projeto não teve nenhum estudo de viabilidade, nem surgiu a partir de alguma demanda de consumo. Segundo o arquiteto da Secretaria do Planejamento da Prefeitura de Porto Alegre, Glênio Boher, disse que deu parecer contrário ao empreendimento.
"Tinham poucos serviços, e os que ali eram oferecidos não eram passíveis de funcionar por 24 horas. Hoje, em qualquer lugar, seria muito difícil um sucesso dessa natureza, acesso de carros era um pouco restrito, então tinha uma série de dificuldades logísticas e terminou por não se viabilizar". A falha no planejamento dirigiu o projeto ao fracasso e nunca chegou a funcionar por 24 horas.