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ÍNDICE DE SATISFAÇÃO DO CIDADÃO
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Quase a metade da população culpa o governo federal
pela crise de racionamento de energia

Quase a metade da população acredita que a culpa pelo racionamento de energia elétrica foi causada pela incompetência do governo. Há um certo descrédito em relação às medidas adotadas para evitar o apagão. Mais da metade da população teme mais o aumento da violência que o desemprego como conseqüência do racionamento.

É o que aponta a pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNT), encomendada ao Instituto Sensus. No quesito, 42,2% dos entrevistados acreditam que a incompetência da União causou a crise no sistema energético do País.

Para 27,4% dos entrevistados, a culpa pelo racionamento é a ausência de chuvas. A falta de recursos do governo federal para investimentos no setor foi apontada por 14,4%, enquanto 10,2% das pessoas ouvidas acham que a crise energética tem origem nas privatizações das companhias elétricas.

As medidas adotadas pelo Ministério do Apagão para minimizar os efeitos do racionamento também foram avaliadas. Para 41,3%, as ações funcionarão apenas em parte, sem atingir seus objetivos plenos. Outros 30,3% acreditam que as medidas não vão funcionar, enquanto 22,6% dizem que tudo vai dar certo.

O medo do apagão fez com que 86% dos 2 mil entrevistados já começaram a economia de energia elétrica pregada pelo governo federal; 6,9% dizem que ainda não começaram, mas vão adotar medidas de contenção nos próximos dias; e 4,9% das pessoas pesquisadas afirmaram que vão esperar o apagão.

O brasileiro teme mais o aumento da violência que o desemprego, como conseqüência da crise de energia. Para 53,1% dos entrevistados, a violência vai crescer com o racionamento, enquanto 25% acham que o desemprego vai aumentar; 10,1% dizem que têm medo dos períodos de escuridão à noite e 8,6% afirmam que haverá aumento de preços e a volta da inflação.

Este dado é a terceira avaliação negativa da população em relação ao governo federal. A popularidade do presidente Fernando Henrique caiu 7,6 pontos percentuais em maio, em relação a abril, e a rejeição aumentou 9,2 pontos percentuais no mesmo período. A pesquisa, realizada entre 18 e 24 de maio, coincidiu com a divulgação das medidas do Ministério do Apagão e a renúncia do senador José Roberto Arruda, envolvido no escândalo da violação do painel do Senado.

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