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ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO DA ONU

Brasil sobe cinco posições no ranking da ONU de melhor país

Terça, 10 de julho de 2001

Os melhores países
   -  Noruega
   -  Austrália
   -  Canadá
   -  Suécia
   -  Bélgica
   -  EUA
   -  Islândia
   -  Holanda
   -  Japão
10º -  Finlândia

Os piores países
153º -  Mali
154º -  República Centro-             Africana
155º -  Chade
156º -  Guiné-Bissau
157º -  Moçambique
158º -  Etiópia
159º -  Burkina Fasso
160º -  Burundi
161º -  Níger
162º -  Serra Leoa

O Brasil subiu cinco posições no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU). Neste levantamento, o País ocupa a 69º lugar, atrás de seus vizinhos Argentina (34º), Chile (39º) e Uruguai (37º). O ranking da ONU lista 162 nações. A Noruega é hoje o melhor país para se viver. O IDH leva em conta a expectativa de vida, o índice educacional, a alfabetização e a renda per capita. Pela primeira vez, o Canadá foi derrotado do primeiro lugar, posição que ocupava há seis anos.

Os Estados Unidos caíram do terceiro para o sexto lugar, apesar de sua renda per capita (US$ 31.872) ter sido a segunda depois da de Luxemburgo (US$ 42.769). Os Estados Unidos ficaram em 12º lugar em relação à escolaridade e no 24º em relação à expectativa de vida, atrás da Grécia e de Chipre.

A maior expectativa de vida pertence ao Japão, único país onde se supera os 80 anos. No outro extremo, um menino nascido em Serra Leoa provavelmente morrerá antes de chegar aos 39 anos. Só 32% dos adultos nesse país sabem ler e a renda per capita é de US$ 448, cifra exígua em relação à média mundial de US$ 6.980.

Vinte países da África, Europa do Leste e ex-União Soviética tiveram retrocesso em seus dados. Rússia, Romênia e Zimbábue tiveram indicadores mais baixos do que em 1980, e o da Zâmbia era mais baixo do que em 1975, em parte por causa da pobreza e da epidemia da aids, que reduziu dramaticamente a expectativa de vida nesses países.

O informe menciona também as desigualdades entre homens e mulheres e destaca que, em 27 países, como Kuwait, Síria, Rússia, Moçambique e Croácia, a porcentagem de meninas que cursam a educação secundária caiu entre 1985 e 1997. Segundo o relatório, se você for pobre, viverá mais na Suécia ou no Japão, onde a qualidade de vida é estabelecida segundo uma combinação de renda per capita, assistência médica, expectativa de vida e níveis de educação.

Entre os países piores para se viver, estão vários estados da África subsaariana, que apresenta grandes problemas sociais e econômicos. Neste ano, dos 36 países com os piores índices, 29 estão no continente. Serra Leoa ocupa a última posição da lista.

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Tecnologia pode auxiliar na redução da pobreza


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