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Veja frases dos candidatos à Presidência no 2º debate

1 set 2014 18h31
| atualizado às 20h00
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Veja as principais frases dos candidatos à Presidência da República durante o debate promovido pelo SBT, UOL e Jovem Pan na noite desta segunda-feira. Participam sete candidatos: Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PSB), Aécio Neves (PSDB), Luciana Genro (Psol), Pastor Everaldo (PSC), Eduardo Jorge (PV) e Levy Fidelix (PRTB).

<p>Candidatos à Presidência antes do início do debate</p>
Candidatos à Presidência antes do início do debate
Foto: Alice Vergueiro / Terra

"Que eu saiba ele não pode fazer essa pergunta", disse Dilma Rousseff sobre a possibilidade de ser questionada por Eduardo Jorge, para depois completar: "É verdade, Carlos (Nascimento). É o nervosismo do debate."

"Não sou o presidente Fernando Henrique, lamentavelmente. É importante que reconheçamos o caminho que chegamos até aqui. O Brasil de hoje é melhor que o de 15 anos atrás. Se não tivesse havido o governo do Fernando Henrique, outros avanços não teriam vindo. O Fernando Henrique pode não ter aceitado tudo, mas foi crucial", disse Aécio Neves respondendo pergunta de Luciana Genro.

"É preciso valorizar aqueles que trabalharam para o Brasil", Luciana Genro falando sobre aposentados.

"Ao contrário do pensamento do G-3. A ideia do PV é baixar a Bolsa Selic para chegar ao nível civilizado da inflação de outros países. Nós perdemos a Copa, mas a Copa de juros a gente ganha", Eduardo Jorge se referindo a Dilma, Marina Silva e Aécio Neves como G-3.

"Nós sabemos que o pacto federativo está distorcido. Queremos enfatizar que a família brasileira não tem só essa carência de saneamento. Tem sido atacada, mas hoje, pode fazer saneamento, mas na esquina o cidadão não pode andar.", Pastor Everaldo, respondendo sobre pergunta de Marina Silva sobre saneamento básico.

"A Petrobras é imprivatizável. Quero lembrá-lo desse fato antes de adentrar na segurança pública. Nosso País se não tiver a segurança pública focada para dar o aparato policial condições mínimas de atuar, é inviável", Levy Fidelix respondendo ao Pastor Everaldo.

"A conta de juros é o grande fator de desequilíbro. Nós temos uma situação em que 40% do orçamento vai para sustentar as 5 mil famílias mais ricas, credoras da dívida pública junto com os bancos. Uma política que só concentra renda e prejudica os mais pobres. A saúde não recebe nem 5% do orçamento do Brasil. Os juros consomem todo nosso dinheiro. O Psol defende uma auditoria da dívida pública", afirmou Luciana Genro em resposta a Levy Fidelix, para depois completar com uma referência aos três candidatos que lideram as pesquisas: "os três irmãos siameses não querem e não vão à raiz dos problemas."

"Quando a coisa vai bem é 100% dos louros para o seu problema, quando a coisa vai mal é culpa da crise e até da natureza", Marina Silva replicando a Dilma Rousseff.

"Eu tenho desejo de manter o casamento. Fui casado 22 anos com a mãe dos meus filhos, mas não tive o mesmo êxito que meu pai e minha mãe. Hoje eu sou bem casado. Eu nunca agredi uma mulher. A minha política será em favor da família, que é um bem maravilhoso", Pastor Everaldo sobre agressões a mulheres.

"Esse é o típico ponto fora da curva. Típico de perseguição aos partidos ideológicos pequenos. Você é típico representante dessa mídia vendida, mídia que ataca. É sim língua de aluguel. Um partido que recebe míseros 110 mil reais mensais", Levy Fidelix sobre se o PRTB é um partido de aluguel.

"Eu não tenho nada ver com isso", comentou Eduardo Jorge quando teve a oportunidade de responder à afirmação anterior de Levy.

"Estamos reafirmando a necessidade de explorar essa fonte de energia. O mundo inteiro está em uma busca por novas fontes de energia, e o Brasil é campeão. Fontes negligenciadas no seu próprio governo. o Brasil já é gigante pela própria natureza", Marina Silva respondendo a Dilma Rousseff.

"O maior risco que uma pessoa pode cometer é não se comprometer com nada. Não basta dizer que vai fazer uma lista de coisas sem dizer da onde vem o dinheiro. Tem muita coisa para fazer no Brasil", Dilma Rousseff criticando o posicionamento de Marina Silva.

"O governo do PT perdeu um longo período em que poderia ter realizado inúmeros desses investimentos. Depois de 12 anos do governo do PT, sequer tivemos o marco regulatório das ferrovias aprovado", Aécio Neves falando sobre transporte.

"Ceder à pressão dos setores mais reacionários da política. Não durou 24h e quatro tuítes do Malafaia o teu compromisso com o casamento civil igualitário e com a política de combate à homofobia nas escolas. Não é possível os direitos humanos, sociais, serem restringidos", Luciana Genro criticando Marina Silva.

"Veja bem as candidaturas dos nossos opositores, os chamados 3Gs, que milhões e milhões estão gastando, investindo. Quantas empreiteiras, quantos bancos estão colocando ali dinheiro? Até o momento a minha parcial não passou de R$ 200 mil. Deles, mais de 60 milhões, ou um pouco mais, somados. Para onde vai esse dinheiro? Eles estão altamente comprometidos ao status quo. Quem está dando dinheiro vai querer receber no futuro. Nós sabemos muito bem que o povo é vítima. Dando para os bancos como estão dando", Levy Fidelix cutucando as doações de campanha aos três candidatos à Presidência que lideram as pesquisas eleitorais.

"É fundamental que cada brasileiro não perca a esperança. Há um esforço muito grande para que você se recolha no medo. Eu não sou pessimista nem otimista, sou persistente. Quero ser presidente do Brasil para que você volte a acreditar na política", Marina Silva em sua declaração final.

"Quando defendo com ênfase as realizações do meu governo, pode parecer que estou satisfeita. Podemos e devemos fazer mais. Preparamos o Brasil para um novo ciclo de crescimento, mais inclusivo, moderno, produtivo e competitivo", Dilma Rousseff finalizando sua participação no debate.

Fonte: Terra
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