Eleições: quem são os candidatos ao governo de Minas Gerais em 2026
Onze candidaturas estão registradas para a disputa do Executivo mineiro no pleito de 2026
Onze candidaturas ao governo de Minas Gerais em 2026 estão registradas no TSE, aguardando julgamento para validação pela Justiça Eleitoral.
O Portal de Dados Abertos do TSE registra 11 candidatos concorrendo ao cargo de governador no estado de Minas Gerais nas eleições de 2026. Todas as chapas apresentadas ao Tribunal Superior Eleitoral encontram-se atualmente com o registro na situação de aguardando julgamento pela Justiça Eleitoral.
Quais são os candidatos ao governo de Minas Gerais em 2026?
- Alexandre Kalil (PDT - 12): Disputa pela Coligação Cuidar de Minas (PDT / Federação PSDB Cidadania). Tem como candidato a vice Carlos Mosconi (PSDB). Declara ocupação na área de Outros, ensino médio completo e patrimônio declarado de R$ 5.941.176,84. Disputou o cargo de governador de Minas Gerais em 2022, não sendo eleito.
- Ben Mendes (MISSÃO - 14): Nome civil Benoni Benjamin Cardoso Mendes. Disputa por partido isolado (MISSÃO), tendo Cabo David Souza (MISSÃO) como vice. É advogado, possui ensino superior completo e não declarou bens à Justiça Eleitoral. Sem registros de disputas eleitorais anteriores no levantamento.
- Cleitinho Azevedo (REPUBLICANOS - 10): Nome civil Cleiton Gontijo de Azevedo. Corre pela Coligação Minas é do Povo (REPUBLICANOS / PODE) ao lado de Falcão (REPUBLICANOS) como vice. Ocupa o cargo de senador, tem ensino fundamental completo e patrimônio declarado de R$ 956.564,03. Foi eleito senador em 2022 por Minas Gerais.
- Flávio Roscoe (PL - 22): Concorre em partido isolado (PL), com Ellen Miziara (PL) na vaga de vice. Declara ocupação de empresário, grau de instrução superior completo e bens no valor de R$ 13.350.362,21. Não possui histórico de disputas eleitorais anteriores.
- Gabriel (MDB - 15): Disputa por partido isolado (MDB), compondo chapa com Maria Helena (MDB) de vice. Atua como professor de ensino superior, tem escolaridade de nível superior completo e patrimônio declarado de R$ 1.702.153,88. Foi eleito vereador de Belo Horizonte em 2020.
- Henrique Áreas (PCO - 29): Concorre por partido isolado (PCO), tendo Estevão Gomes (PCO) como candidato a vice. Ocupação declarada de jornalista e redator, com ensino superior completo e sem patrimônio declarado. Disputou o cargo de prefeito de São Paulo em 2016, não sendo eleito.
- Indira Xavier (UP - 80): Disputa por partido isolado (UP), ao lado de Renato Campos (UP) como vice. Atua como auxiliar de escritório e assemelhados, possui ensino médio completo e declarou R$ 479,89 em bens. Concorreu à prefeitura de Belo Horizonte em 2024, não sendo eleita.
- Mateus Simões (PSD - 55): Candidato pela Coligação Minas no Caminho Certo (PSD / Federação União Progressista / NOVO / Avante / Federação Renovação Solidária / Mobiliza / DC / Agir). Tem Danilo de Castro (União) como vice. Ocupa o cargo de governador, possui ensino superior completo e patrimônio declaratório de R$ 2.904.492,23. Foi eleito vice-governador de Minas Gerais em 2022.
- Patrus Ananias (PT - 13): Concorre pela Coligação Pra Minas Gerais Voltar a Sonhar (PSB / Federação Brasil da Esperança / Federação PSOL Rede), tendo Jarbas Soares (PSB) como candidato a vice. Atua como deputado, possui ensino superior completo e bens declarados de R$ 1.247.212,54. Foi eleito deputado federal por Minas Gerais em 2018 e 2022.
- Professor Túlio Lopes (PCB - 21): Disputa por partido isolado (PCB), com Warlen Nunes (PCB) na chapa como vice. Trabalha como professor de ensino superior, possui nível superior completo e não informou patrimônio. Disputou o Senado por Minas Gerais em 2018, não sendo eleito.
- Rafael Duda (PSTU - 16): Concorre em partido isolado (PSTU), com Prof. Diana de Cássia (PSTU) na vaga de vice. Ocupação de técnico de mineração, metalurgia e geologia, ensino superior incompleto e sem bens declarados. Candidatou-se a deputado federal por Minas Gerais em 2022, não sendo eleito.
Como funciona a verificação das candidaturas pelo TSE?
A análise da situação cadastral de cada candidato atende às regras do Tribunal Superior Eleitoral. A classificação como "aguardando julgamento" indica que o pedido formal de registro deu entrada no sistema da Justiça Eleitoral, mas ainda aguarda a apreciação definitiva dos requisitos legais e eventuais impugnações para deferimento ou indeferimento oficial.
Os dados consideram exclusivamente os registros concorrentes referentes ao 1º turno do pleito de 2026. Foram desconsideradas candidaturas que apresentaram renúncia, indeferimento, cancelamento, falecimento ou substituição formal até a consolidação da base de apuração oficial.
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