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Líder do PSL pede agressor preso para não "aparecer morto"

Delegado Francischini visitou Bolsonaro na Santa Casa de Juiz de Fora e diz que Polícia Federal já teria informações de que há mais pessoas envolvidas no ataque

7 set 2018
01h35
atualizado às 10h55
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O líder do PSL na Câmara, Delegado Francischini, disse no início da madrugada desta sexta-feira, 7, que o suspeito de realizar um ataque à faca contra o presidenciável Jair Bolsonaro não pode ser solto porque "pode aparecer como mais um morto do sistema". Segundo o deputado federal pelo Paraná, que visitou Bolsonaro na Santa Casa de Juiz de Fora, a Polícia Federal já teria informações de que há mais pessoas envolvidas no atentado ocorrido na tarde de quinta-feira.

Sequência mostra o momento em que Bolsonaro é atacado
Sequência mostra o momento em que Bolsonaro é atacado
Foto: Redes Sociais/Reprodução / Estadão Conteúdo

"Nós não podemos aceitar que amanhã (sexta) uma audiência de custódia coloque na rua esse bandido. Ele pode aparecer como mais um morto do sistema", afirmou Francischini, fazendo referência ao acusado do ataque, Adélio Bispo de Oliveira. "Ele pode ser morto pelas pessoas que encomendaram o crime."

Segundo o parlamentar, o acusado "tem que ser protegido pela polícia porque ele também é uma testemunha, não só o autor de um crime". De acordo com Francischini, existem indícios de que mais pessoas estejam envolvidas.

"Vamos exigir uma investigação se houve mandante desse crime. As informações que temos dos bastidores são graves. A polícia tem informações que não foram só uma ou duas pessoas envolvidas nessa situação", declarou o deputado.

"Na questão criminal nós exigimos agora uma investigação rigorosa. Queremos quebra de sigilo para identificar se isso é uma ação individual, orquestrada ou há algo maior por trás disso. Muitos fatos colaboraram nos últimos dias, de demonstração de que estava muito bem. (Bolsonaro) continuava líder nas pesquisas, e pra nós é muito importante tirar a limpo essa história."

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Estadão
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