Flávio citou Lula 31 vezes na sabatina da Globo, e petista falou ‘Brasil’ 29 vezes; veja palavras mais usadas
Candidatos participaram de sabatinas na TV Globo na última semana, durante a disputa pelo segundo turno presidencial
Os presidenciáveis Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) participaram de entrevistas na TV Globo na última semana, na reta final da disputa pelo segundo turno das eleições. Conduzidas pela jornalista Renata Lo Prete, as sabatinas foram realizadas na quinta-feira, 15, com Lula, e na sexta-feira, 16, com Flávio. Durante as conversas, os candidatos tiveram a oportunidade de apresentar suas propostas e responder às perguntas da entrevistadora.
Uma análise da emissora sobre as respostas identificou os termos mais mencionados por cada um dos candidatos. Para elaborar o levantamento, foram desconsideradas as palavras utilizadas como conectivos, assim como o nome da apresentadora, Renata Lo Prete.
Confira abaixo as palavras mais repetidas por cada presidenciável, em ordem de participação nas entrevistas.
Palavras mais faladas por Lula:
- Brasil: 29 vezes
- Pessoas: 27 vezes
- País: 19 vezes
- Dívida: 19 vezes
- Economia: 19 vezes
- Ministro: 18 vezes
- Importante: 14 vezes
- Suprema Corte: 13 vezes
- Governo: 11 vezes
- Problema: 11 vezes
Palavras mais faladas por Flávio Bolsonaro:
- Brasil: 35 vezes
- Governo: 32 vezes
- Lula: 31 vezes
- Presidente: 30 vezes
- Bolsonaro: 22 vezes
- República: 17 vezes
- Reais: 16 vezes
- Poder: 15 vezes
- Trabalhar: 11 vezes
- Segurança: 11 vezes
O que Lula e Flávio disseram nas entrevistas
Na sabatina de quinta-feira, 15, Lula abordou temas como segurança pública e atuação do Judiciário. O presidente defendeu a redução da maioridade penal para adolescentes de 16 anos que cometerem crimes hediondos, pediu a investigação de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e assumiu a responsabilidade pelas dificuldades enfrentadas por seu governo.
Já Flávio Bolsonaro participou da entrevista na sexta-feira, 16. Entre os assuntos discutidos, o senador prometeu manter o fim da escala de trabalho 6x1, aprovada nesta semana pelo Senado, afirmou que pretende exercer apenas um mandato como presidente da República e relatou ter ficado surpreso com a prisão de aliados próximos no Rio de Janeiro.

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