Flávio fala em mudança na Constituição com maioria no Congresso
Candidato do PL pontuou mudanças que pode conseguir a partir da eleição do Congresso Nacional com maioria dos partidos de direita
Dois dias após levar vantagem no primeiro turno das eleições presidenciais, o candidato Flávio Bolsonaro (PL) comemorou a maioria conquistada no Congresso Nacional a partir das eleições legislativas do último domingo, 4. O senador esteve em um evento em Goiânia ao lado de Ronaldo Caiado (PSD) e outros apoiadores da sua campanha para a disputa do segundo turno.
Entre as declarações de Flávio, o candidato ressaltou a importância do domínio da direita nas duas principais casas do legislativo, Senado e Câmara, e citou as mudanças que pretende fazer a partir da vantagem numérica que se estabelece a partir de 2027.
"O Brasil já me deu um Congresso muito mais à direita do que ele já é hoje. Com maioria no Senado para fazer o presidente do Senado, com maioria na Câmara para fazer o presidente da Câmara”, iniciou Flávio, que citou mudanças na Constituição e redemocratização do Brasil. “Para a gente mudar a Constituição, para a gente redemocratizar este país, para as instituições voltarem a respeitar a Constituição", completou.
Uma das propostas reforçadas por ele no evento foi a castração química para condenados por pdofilia e estupro, além da redução da maioridade penal. O discurso de Flávio foi endossado por Caiado, que reforçou o apoio da população de Goiás ao candidato e aproveitou o momento para falar em defesa de Jair Bolsonaro, pai do senador, que está preso condenado pela participação no 8 de janeiro.
"Eu jamais neguei, em todas as circunstâncias, que se eu chegasse onde você vai chegar, eu iria assinar a anistia dele e de todos os [condenados] do 8 de janeiro. O que nós queremos é que você devolva o Brasil aos brasileiros. Vou entrar de corpo inteiro, por convicção”, disse o ex-governador de Goiás.
Flávio retribuiu o carinho do aliado e disse que irá se inspirar no projeto de segurança pública de Ronaldo Caiado em Goiás e no de Tarcísio de Freitas, reeleito governador de São Paulo. “O Brasil tem um presidente da República que briga com quem está em outro continente, mas não briga por você, não briga com assaltante de celular, não briga com traficante, não briga com miliciano. Eu vou brigar por você", completou.
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