Paulo Hartung, do PMDB, sobrou na eleição para governador do Espiríto Santo e acabou eleito ainda no primeiro turno, neste domingo. Com 100% das urnas apuradas, o peemedebista conseguiu alcançar 53,44% dos votos válidos. O atual governador Renato Casagrande, do PSB, que tentava a reeleição, terminou em segundo lugar, com 39,34%.
As pesquisas indicavam para um provável segundo turno entre os dois primeiros políticos. Porém, Hartung conseguiu uma grande vantagem e não precisará de outra eleição para garantir sua volta ao governo. Hartung esteve no Senado durante quatro anos e teve boas avaliações de seus últimos mandatos, como governador e prefeito da cidade de Vitória.
Roberto Carlos, do PT, ficou em terceiro, com apenas 6,01% dos votos. Camila Valadão (PSOL), com 1,10%, e Mauro Ribeiro (PCB), com 0,11%, ficaram no quarto e quinto lugar, respectivamente.
Quem é Paulo Hartung (PMDB) ?
O economista e ex-governador Paulo Hartung, de 57 anos, disputou essas eleições com apoio de uma coligação de sete partidos (PMDB / PSDB / DEM / SD / PEN / PROS / PRP). Prefeito da capital Vitória de 1993 a 1997, foi deputado estadual e, em 1998, foi eleito o senador mais votado do Espírito Santo com pouco mais de 780 mil votos válidos. Em 2002, foi eleito governador do Espírito Santo e reeleito em 2006 com 77,27% dos votos válidos, o maior percentual do Brasil para o cargo. Completa a chapa o deputado e candidato a vice César Colnago (PSDB). (Com informações da Agência Brasil)
O acervo fica na zona norte do Rio de Janeiro, mais especificamente no bairro de Piedade
Foto: Mauro Pimentel / Terra
O dono é Fernando França, um ex-professor de Biologia que há cerca de duas décadas trocou as salas de aula pela vida de colecionador
Foto: Mauro Pimentel / Terra
Entre álbuns de figurinhas, revistas, e todo o tipo de antiquário, França é dono de uma coleção que explica de forma cronológica como os políticos pediram votos no País ao longo dos últimos três séculos
Foto: Mauro Pimentel / Terra
"Aqui você vai encontrar a história da propaganda eleitoral brasileira", diz, ao receber a reportagem do Terra em sua casa
Foto: Mauro Pimentel / Terra
Um dos cômodos da casa está totalmente decorado, com exclusividade, com camisetas, chaveiros, lápis, banners, enfim, tudo o que o político brasileiro já fez em termos de marketing para ganhar votos e vencer eleições
Foto: Mauro Pimentel / Terra
"Esse material todo fica em caixas, mas tirei tudo e coloquei para vocês terem uma ideia de quanta coisa já foi produzida", conta ele
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Fernando possui títulos eleitorais e imagens de políticos de épocas passadas, como Getúlio Vargas, que costumava, por exemplo, carimbar notas de baixo valor e entregar para os eleitores
Foto: Mauro Pimentel / Terra
Atualmente, seguindo determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nenhum político é mais autorizado a dar brindes aos possíveis eleitores como forma de conquistar o voto
Foto: Mauro Pimentel / Terra
"Antigamente, as campanhas eram feitas ao redor das paróquias", recorda
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Santinho, popularmente, tornou-se todo e qualquer panfleto de candidato, geralmente com sua imagem e propostas de governo
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Relíquias da propaganda eleitoral brasileira no acervo de Fernando França
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Relíquias da propaganda eleitoral brasileira no acervo de Fernando França
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