Da direita à esquerda, eleitores tem imagem negativa de líderes políticos; confira o ranking
Nova pesquisa Latam Pulse Brasil, do Atlas/Bloomberg, foi divulgada nesta sexta-feira, 3
De Bolsonaro a Lula, de Michelle a Janja, e de Nikolas Ferreira a Haddad, a impressão geral é a mesma: o que predomina nos eleitores é uma imagem negativa dos líderes políticos. É o que revela a nova pesquisa Latam Pulse Brasil, do Atlas/Bloomberg, divulgada nesta sexta-feira, 3. Considerando 17 políticos, entre nomes da direita e da esquerda, em nenhum dos casos a percepção da imagem positiva supera a negativa.
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A polarização é evidente principalmente entre Bolsonaro e Lula –--onde, nos dois casos, apenas 1% dos entrevistados dizem não saber responder qual imagem prevalece. E os dois tem desapontado os eleitores.
No caso de Lula, seu ‘raio-x’ é: 46% de imagem positiva, 54% negativa e 1% sem resposta. Já Bolsonaro fica com: 42% de imagem positiva, 58% negativa e 1% sem resposta.
Estendendo para a família do ex-presidente, a situação não melhora muito: Flávio, Eduardo e Michelle quase se alinham no 60% de imagem negativa, superando o percentual recebido por Bolsonaro na pesquisa. Nikolas Ferreira, deputado federal aliado da direita, segue na mesma linha.
A situação é um pouco melhor para Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo, também simpatizante do bolsonarismo: 44% de imagem positiva, 48% de negativa e 7% sem resposta. De todos os políticos citados na pesquisa, ele é o com menos percentual negativo.
Já na esquerda, Geraldo Alckmin, Fernando Haddad e Janja superam em 50% de imagem negativa --mas apresentam menos rejeição do que receberam Flávio, Eduardo e Michelle Bolsonaro.
As piores avaliações dos políticos elencados são, de longe, os presidentes do Senado e da Câmara, Davi Alcolumbre e Hugo Motta, e o deputado federal Aécio Neves, que segue como pré-candidato à Presidência da República. Respectivamente, 90%, 88% e 88% dos respondentes têm uma imagem negativa sobre eles.
Confira o ranking na íntegra:
A pesquisa Atlas/Bloomberg registrada sob o protocolo BR-04582/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi realizada entre os dias 26 e 30 de junho, mediante recrutamento digital aleatório. A margem de erro é de 1 ponto percentual para mais ou para menos. A amostra foi de 4.999 respondentes com 16 anos ou mais. Os entrevistados são de todas as regiões do Brasil e foram recrutados organicamente enquanto navegavam pela internet.
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