Após mandado de prisão, secretário de Salvador diz que frota foi afetada por 'adesivaço' e que serviço foi normalizado
TRE-BA mandou prender o secretário de Mobilidade Pablo Souza após ônibus serem impedidos de sair no início da manhã
Após o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) determinar sua prisão em flagrante, o secretário municipal de Mobilidade (Semob) de Salvador, Pablo Souza, se manifestou sobre a redução da frota de ônibus da capital baiana, denunciada por eleitores na manhã deste domingo, 25, segundo turno das eleições. Souza disse que a redução foi ocasionada por um "adesivaço", e que o serviço já está normalizado.
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"No dia 22 de outubro através de ato no diário oficial do município determinamos em cumprimento à normativa do STF. Hoje a ação do adesivaço trouxe grandes repercussões operacionais mas o serviço já se encontra normalizado", escreveu, se referindo ao decreto que autorizava que os ônibus do município rodassem de forma gratuita neste domingo.
A Prefeitura de Salvador também afirmou em nota que os ônibus voltaram a circular "ainda que estivessem com adesivação considerada como propaganda irregular, facilitando a locomoção dos eleitores". Cerca de 75 ônibus teriam sido impedidos de deixar a garagem no início da manhã por estarem com adesivo do PT colado.
No início da tarde, o desembargador Mauricio Kertzman Szporer, presidente do TRE-BA, atendeu a um pedido da Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PC do B e PV, e determinou a prisão do secretário Pablo Souza, além do restabelecimento imediato da frota completa de ônibus na capital baiana, sujeito a multa de R$ 1 milhão por hora, em caso de descumprimento.
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