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A resposta de Flávio ao ser questionado se Jair Bolsonaro fará parte do governo se ele ganhar as eleições

6 out 2026 - 22h27
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Resumo
O senador Flávio Bolsonaro descartou nomear o pai, Jair Bolsonaro, para cargos em um eventual governo, limitando a atuação do ex-presidente à de conselheiro. O candidato também rejeitou a possibilidade de Jair disputar a Presidência em 2030, reafirmando apoio a uma PEC que extingue a reeleição e proíbe a candidatura de parentes do mandatário. Apesar de barrar sua volta formal ao poder, Flávio destacou que o pai seguirá como a principal liderança política do país.

Ao ser questionado sobre a eventual participação de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, em um possível mandato presencial do PL, o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro descartou categoricamente a possibilidade de concessão de cargos.

Foto: Flávio Bolsonaro ( Reprodução/Instagram) / Gávea News

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Flávio declarou que não há qualquer discussão sobre Jair Bolsonaro integrar o governo. De acordo com o presidenciável, o ex-presidente nunca lhe solicitou espaço na gestão ou tratou sobre o assunto. Flávio ressaltou que a relação com o pai se manterá estritamente no âmbito da orientação e do aconselhamento:

"O presidente Bolsonaro nunca me pediu, nunca discutiu espaço no governo. Participar ou não. Eu sempre disse que ele vai ser eternamente o meu professor, é o meu conselheiro, para quem eu sempre vou perguntar alguma coisa".

Além de negar a ocupação de ministérios ou cargos públicos, o candidato contestou as declarações do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, que havia sugerido a possibilidade de Jair Bolsonaro disputar a Presidência da República em 2030.

Flávio reafirmou seu compromisso em dar condições para a aprovação de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que extingue a reeleição para o Executivo e proíbe a candidatura de parentes de até terceiro grau do presidente em exercício, o que inviabilizaria legalmente um retorno do pai ao Planalto no pleito seguinte.

Flávio frisou que, embora Jair Bolsonaro não vá integrar o governo ou concorrer em 2030, ele continuará sendo a principal influência eleitoral do país e uma força política relevante nos próximos anos.

Gávea News
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