Eduardo Bolsonaro ridiculariza Alexandre de Moraes após erro de português
Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro ridicularizou o ministro Alexandre de Moraes após erro de português em decisão judicial
Eita! O deputado federal e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro (PL-SP), tirou sarro de um erro de português do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após cancelar prisão do político nesta quinta-feira (24/07).
Errou?
O erro cometido por Alexandre foi entre "MAIS" e "MAS', na decisão judicial que dizia: "Como diversas vezes salientei na Presidência do TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL (sic), a JUSTIÇA É CEGA MAIS NÃO É TOLA (sic)". Para debochar, Eduardo disse: "Estou proibido de postar falas de meu pai, 'MAIS' posso postar as decisões do Alexandre de Moraes".
Como foi?
A situação gerou comentários entre outras pessoas, como o deputado federal Nikolas Ferreira, que publicou em sua conta no X, antigo Twitter: "Agente vai censurar", deixando errado propositalmente o que era pra ser "a gente".
O erro foi arrumado após a repercurssão do caso. O ministro fez uma retificação em sua manifestação com a escrita correta.
Decisão de Alexandre de Moraes
Alexandre de Moraes revelou que não irá prender o ex-presidente, mas será necessário o cumprimento de algumas advertências, pois Bolsonaro errou em algumas situações isoladas. "Por se tratar de irregularidade isolada, sem notícias de outros descumprimentos até o momento, bem como das alegações da defesa de Jair Messias Bolsonaro da 'ausência de intenção de fazê-lo, tanto que vem observando rigorosamente as regras de recolhimento impostas', deixo de converter as medidas cautelares em prisão preventiva, advertindo ao réu, entretanto, que, se houver novo descumprimento, a conversão será imediata", iniciou o ministro.
Em sequência, Moraes disse que sua decisão permite a participação de Bolsonaro em entrevistas. Porém, deve ficar atento ao horário que pode estar fora de casa, seguindo as medidas restritivas impostas na última semana, e não pode fazer uso de redes sociais, de forma direta ou por meio de terceiros. "A explicitação da medida cautelar imposta no dia 17/7 pela decisão do dia 21/7, deixou claro que não será admitida a utilização de subterfúgios para a manutenção da prática de atividades criminosas, com a instrumentalização de entrevistas ou discursos públicos como 'material pré-fabricado' para posterior postagens nas redes sociais de terceiros previamente coordenados".