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Transações entre empresas movimentam US$ 18,4 bilhões e tecnologia se destaca

9 nov 2018
09h11
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As incorporações, fusões e aquisições de empresas no Brasil movimentaram US$ 18,4 bilhões em 2018, segundo levantamento da consultoria Thomson Reuters. Já a PwC aponta que, em setembro, foram realizadas 59 transações do gênero no país, e que, no acumulado do ano, o volume chega a 470 operações. No topo da lista de setores, a Tecnologia da Informação desponta como a mais ativa nestas movimentações.

Foto: DINO / DINO

Do mercado de TI, um dos segmentos que mais tem chamado atenção é o de dados e sistemas correlacionados. A área de Business Intelligence, Analytics e Big Data, por exemplo, deverá fechar 2018 com receita de investimentos na casa dos US$ 965 milhões no Brasil, de acordo com a Frost & Sullivan.

Tendências que as empresas nacionais não estão deixando passar. Um exemplo é a desenvolvedora de soluções de Business Intelligence em nuvem BIMachine, que recentemente incorporou a SOL7, consultoria do mesmo segmento.

Fundada em 2005, a SOL7 se especializou em soluções de inteligência de negócios e consultoria, atendendo a clientes regionais. Em 2014, a empresa, com sede no Rio Grande do Sul, lançou o BIMachine, plataforma de BI cloud em modelo SaaS, que impulsionou o crescimento da companhia nos últimos anos, chegando a mais de 8 mil usuários. Somente no primeiro bimestre de 2018, foram 22 novos clientes.

O crescimento do produto foi tanto que acabou absorvendo a empresa-mãe. De acordo com Douglas Scheibler, CEO da BIMachine, consolidar a marca unificou o propósito e a missão dos times da empresa, colocando seu produto-chefe em primeiro plano, evitando a sobreposição de marcas e possíveis confusões por parte de clientes e prospects.

Para Scheibler, os recentes movimentos representam uma guinada na história da companhia, que terá um maior foco na excelência de sua plataforma principal, apoiando-se na estruturação de escritórios chaves e na construção de uma rede de parceiros para a entrega e implementação das soluções.

"A consolidação de marca é uma das bases para a expansão territorial da empresa e nosso principal produto. Já estamos avançando em mercados chave como sudeste, e vamos entrar também no nordeste e centro-oeste. Esperamos fechar com mais de 40 parceiros até o final do ano, e com isso esperamos terminar 2018 com um crescimento de aproximadamente 50% em relação ao ano passado", avalia Scheibler.

De acordo com Augusto Fleck, diretor de tecnologia da BIMachine, o reposicionamento de marca chega em um momento chave para a organização, que está lançando uma nova versão de sua plataforma de BI. "Com esse lançamento estamos nos tornando o único player 100% nacional com tecnologia própria a suportar uma plataforma de BI em nuvem com este porte."

Segundo Ana Paula Thesing, diretora de marketing da BIMachine, a mudança partiu de uma observação cuidadosa do mercado e do feedback dos clientes. "Como já é da natureza de nossa empresa, usamos os dados para perceber que a consolidação da marca é um passo fundamental para a estratégia de reforçar nossa presença no mercado local, abrindo caminho para nos tornarmos um dos principais players nacionais quando se trata de BI", avalia Thesing.

DINO Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra

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