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Tecnologia 5G e inteligência artificial controlam o crescimento do mercado de vídeos on-line

6 dez 2019
08h21
atualizado em 7/12/2019 às 18h24
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Até 2025, o mercado de vídeos on demand no mundo deve girar em torno de U$ 87,1 bilhões, segundo pesquisa da Fortune Business Insights. Um componente importante dessa projeção são as redes 5G que, apesar do alcance limitado hoje, prometem se tornar onipresentes a partir de 2020, em países como Coreia do Sul, Cingapura, Filipinas, Alemanha e até Brasil.

Foto: DINO / DINO

Desde que os usuários começaram a consumir streaming de vídeos e jogos on-line em smartphone, a necessidade de velocidade rápida para download passou a ser um indicador de  qualidade da experiência móvel de vídeo. Por isso, uma certa pressão sobre a capacidade 4G e bastante expectativa em relação à tecnologia 5G. 

Atenção: conteúdo é preciso

O que também ganha protagonismo na experiência de vídeo on-line e alimenta o crescimento significativo do mercado on demand é a produção de conteúdo de nicho, seja para fins educativos, informativos, de entretenimento ou para levar o usuário a comprar. 

Por causa de uma imensa concorrência que se trava espontaneamente pelo volume de vídeos, os creators vão além com o propósito de produzir materiais autênticos, diferenciados em suas edições, nos temas e produtos promovidos e, obviamente, na qualidade de interação social. 

Observando bem esse apelo da produção de vídeos on-line ao longo dos últimos anos, não é de se admirar que o YouTube, uma das principais plataformas de vídeos do mundo, alcance mais de 90% do público on-line nos Estados Unidos, só em 2019.

Inteligência artificial por trás da experiência

Para elevar ainda mais a régua dessa experiência, a Raczum - ponte entre vídeos on-line e lojas onde o usuário pode comprar os produtos assistidos na tela - se concentra agora no uso de inteligência artificial para potencializar o acesso a conteúdos compráveis. "Estamos investindo em tecnologia de inteligência artificial e na construção da automatização da plataforma para aumentar, em curto prazo, a capacidade de identificação de produtos em vídeos transmitidos on-line. Como por exemplo: transmissão de uma premiação musical, jogo de futebol ou o último episódio inédito de uma série", revela Douglas Elias, CTO da Raczum.

Assim como o mercado de vídeos on demand, a inteligência artificial está em crescimento vertiginoso. Segundo estudo recente da IDC Global, o mercado de inteligência artificial irá crescer 46,4% anualmente.

O reconhecimento de imagem por inteligência artificial é um verdadeiro trunfo nas mãos de empresas que objetivam enriquecer a experiência dos seus usuários. O próprio YouTube já faz uso de algoritmo de inteligência artificial na recomendação de conteúdo para seus usuários. E também o Facebook, que utiliza a tecnologia para identificar e remover contas falsas em sua rede.

O uso de inteligência artificial para reconhecimento em vídeos soluciona algumas importantes lacunas humanas, como o volume de dados identificados e a própria qualidade de análise. O ser humano cansa e não vê detalhes que só a IA registra.

Para a Raczum, a aliança desses dois setores tende a alavancar a produção de conteúdos compráveis, uma vez que a IA otimiza a performance de dados em vídeos e acelera o mapeamento de informações nas imagens. 

"Sabe quando você está assistindo a um vídeo e fica com muita vontade de consumir algum produto que vê na tela? Pode ser uma peça de roupa que o artista está usando ou algum objetivo de decoração no cenário do influencer… esse desejo é tão veloz que precisa ser atendido com urgência. Da mesma forma, inovação em machine learning é urgente na Raczum desde o seu lançamento para o mercado. Na verdade, a Raczum nasceu para ela e, em sua versão 2020, iremos automatizar essa operação para aprimorar o alcance de mapeamento de canais e entregar um volume inestimável de conexões entre vídeos e lojas para os usuários. Queremos atendê-los ainda mais rápido", compartilha Elias.



Website: https://raczum.com/br

DINO Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra
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