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Segundo pesquisa, brasileiro demora mais de 5 anos para ter diagnóstico correto de doenças inflamatórias intestinais

13 jan 2020
20h46
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Os brasileiros demoram cerca de 5 anos (ou 62 meses) para chegarem ao diagnóstico preciso de doenças inflamatórios intestinais. As informações foram divulgadas pela pesquisa do Centro de Doença Inflamatória Intestinal, publicada no periódico americano Dovepress.

A pesquisa levou em consideração dados de 329 pacientes, que foram acompanhados entre 2003 e 2017 pelos cientistas que encabeçaram a investigação.

Pesquisa mostra impacto da doença de Crohn e da retocolite ulcerativa

Cerca de 4,5% das pessoas analisadas apresentaram doença de Crohn, enquanto 35,6% mostraram quadro de retocolite ulcerativa. Ambas as patologias atingem mais o público feminino. A pesquisa buscou compreender melhor como se dá esse cenário para planejar formas de detectar o problema precocemente, assim o tratamento poderá agir o quanto antes.

Diferenças entre a doença de Crohn e a retocolite ulcerativa

Doença de Crohn: trata-se de uma doença inflamatória crônica, que pode aparecer em qualquer ponto do tubo digestivo, desde a boca até o ânus. Os principais sintomas da doença de Crohn são: dor abdominal, diarreia, perda de peso, febre e enfraquecimento.

Retocolite ulcerativa: a doença ataca, especificamente, a região que vai do final do intestino grosso até o reto. Os sintomas podem ser muito similares aos da doença de Crohn, além de poder apresentar hemorragias e a sensação de urgência para evacuar.

A importância da prevenção

Identificar doenças inflamatórias intestinais pode ser uma tarefa um pouco complexa, mas hoje existem diversos exames que ajudam os médicos a traçar um diagnóstico preciso. São eles: a colonoscopia, a tomografia, exames de imagem, ressonância magnética, além de biópsia.

A análise clínica, realizada pelo médico no momento da consulta, também é muito importante. Ainda que o diagnóstico a partir de quadro clínico não seja tão preciso, já fornece um panorama ao médico, de forma que, quanto mais cedo for feita a consulta, melhor.

O tratamento mais adequado

Muitas dúvidas cercam o tratamento para doenças inflamatórias intestinais. A doença de Crohn e a retocolite ulcerativa são condições crônicas que não possuem cura, porém há tratamentos para ampliar a qualidade de vida do paciente e controlar os sintomas.

Dentre os tratamentos, é possível citar o procedimento de ostomia, que visa criar um canal ligando o intestino ao ambiente externo, possibilitando ao organismo excretar fezes e urinas sem prejuízos à saúde.

Quem opera o intestino tem que usar a bolsa de colostomia?

Não necessariamente, porém toda cirurgia realizada no intestino traz riscos, de forma que o paciente pode se tornar ostomizado mesmo sem projeção disso.

A ostomia é um procedimento que demanda acompanhamento médico desde o princípio, para que não restem dúvidas e para que o paciente tenha acesso a todas as informações necessárias, antes e após a ostomia.

Ostomia prevê diversos direitos ao paciente, e é fundamental se manter informado

A ostomia é um procedimento que garante ao paciente ostomizado diversos direitos, e isso porque a pessoa ostomizada é considerada deficiente física. Para saber tudo sobre o procedimento, a recuperação, o uso da bolsa de colostomia, conte com orientação de especialista no assunto, a Osto+.

A Osto+ é uma comunidade que surgiu para ajudar pacientes em estágio pré ou pós-ostomia, no intuito de levar informações sobre o procedimento e como é o dia a dia do ostomizado.
Navegue pelo site para conhecer mais sobre a Osto+.



Website: https://www.ostomais.com/

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