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Pequenas e médias empresas encontram na tecnologia maneiras de reduzir custos operacionais

18 out 2018
10h16
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Segundo o "Global Payments Report 2017" da Worldpay, o uso de aplicativos para pagamentos no Brasil deve dobrar, passando de 15% (atualmente) para 31% até 2021. Além de gerar comodidade para os usuários, também é uma excelente maneira de reduzir custos nos estabelecimentos comerciais, já que as opções disponíveis são mais vantajosas que as maquininhas de cartão.

Foto: DINO / DINO

Em 2018, a Code Money já registrou mais de 700 mil transações, com operações que atingem 5 estados brasileiros e está preparando as próximas novidades de expansão, dentre elas: entrada em novas cidades, parcerias estratégicas, aceitar cartões de débito, aceitar cartões benefícios (VR e VA) e algumas que ainda não podem ser reveladas. 

Nesta quinta-feira (18), a Code Money, fintech catarinense, acaba de anunciar o lançamento da nova versão do seu aplicativo de pagamentos (disponível para iOS e Android).

A versão anterior, lançada em 2016, era focada em pagamentos de celular para celular, usando tecnologia baseada na geração e leitura de QR Code.

Já a nova versão vem com algumas novidades, além dos pagamentos já conhecidos via QR Code, agora os usuários do aplicativo Code Money podem também fazer transferências entre si (sem custo) e realizar pagamentos à distância para os estabelecimentos credenciados.

Segundo Júnior Beltrão, CEO e fundador da Code Money, as novidades foram cocriadas com vários usuários: "Tudo que fazemos é pensado para os nossos clientes e todas as funcionalidades que estamos lançando foram criadas ouvindo muito a opinião deles".

Aplicativo de pagamentos

A Code Money tem um aplicativo que transforma smartphones em dispositivos de pagamentos, sem a necessidade de ter carteira, cartões físicos e dinheiro em espécie. Dessa forma, todos os pagamentos são realizados usando apenas o celular dos usuários.

Aplicativo de recebimentos

Já para o lado dos estabelecimentos comerciais, a empresa tem um aplicativo que ausenta a necessidade de ter maquininhas de cartão (POS), pois, os estabelecimentos conseguem receber dos seus clientes usando apenas o celular.

Com a nova versão, os estabelecimentos também irão poder receber dos seus clientes usando apenas um link, onde a confirmação da transação acontece em poucos segundos.

O que também vem chamando a atenção dos estabelecimentos credenciados é o sistema que controla toda a agenda de recebíveis, em que, além de consultas do fluxo transacional, as empresas parceiras também têm informações comportamentais e demográficas dos usuários.

"É um insumo estratégico que até então boa parte dos estabelecimentos desconheciam e hoje conseguimos entregar essa inteligência de dados que ajuda na gestão estratégica e na condução diária dos seus negócios", complementa Beltrão.

Os estabelecimentos credenciados a Code Money não pagam mensalidade e nem taxas de adesão, a única cobrança feita é um percentual por cada transação, que varia de 1,89% até 2,99%. Os usuários que utilizam o aplicativo para realizar pagamentos, não têm custos com a solução.

Esse é um grande diferencial diante as maquininhas de cartão, onde a grande maioria das adquirentes (empresas de maquininhas/POS) cobram aluguel e/ou taxas de adesão.

Desafios

Na opinião dos fundadores da fintech, os desafios estão relacionados ao comportamento dos usuários. Já que será necessário um grande trabalho para ajudar na criação de um novo hábito, considerando que esse processo irá acontecer de maneira gradativa.

Questionados sobre a competição com grandes players, os sócios da Code Money são categóricos em dizer que, o mercado brasileiro de pagamentos via smartphone ainda é muito novo e tem muita coisa para acontecer: "Desde o início da empresa (em 2015) até hoje, muitas coisas mudaram, tanto em aspectos de posicionamento do órgão regulador, quanto o mercado como um todo, hoje notamos mais aderência por parte das duas pontas na cadeia de pagamentos: usuários que realizam pagamentos e empresas que buscam alternativas melhores para receber dos seus clientes".

Mercado

Quando o assunto é sobre pagamentos via celular, o primeiro país que vem a cabeça é a China, onde existe um duopólio entre a WeChat e AliPay. Mas são esquecidos países como Holanda, Suíça, Suécia e Dinamarca, onde o registro de pagamentos via dispositivos móveis é muito alto.

Ao analisar dados, como população, número de smartphones e pagamentos móveis, é possível ver uma densidade muito maior do que na China, por exemplo.

É certo afirmar que o setor está passando por uma grande transformação e o assunto pagamentos móveis ainda será um tema muito discutido.



Website: https://www.codemoney.com.br/
DINO Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra

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