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Exames focam no público feminino e favorecem cada vez mais a saúde preventiva

De mamografia a densitometria óssea, tecnologias contribuem para prevenção e diagnóstico precoce de doenças em mulheres

21 fev 2019 - 11h00
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Algumas épocas do ano chamam atenção para a saúde da mulher, em especial nos meses de março e de outubro, quando são celebrados o seu Dia Internacional e o Outubro Rosa, respectivamente. No entanto, há que se ressaltar que os cuidados com o corpo devem ser permanentes e encarados como prioridade, sempre na perspectiva da prevenção. Além da manutenção de hábitos saudáveis, a realização de exames específicos se torna necessária, para possibilitar diagnóstico precoce e otimizar o tratamento de possíveis doenças.

Foto: GE Healthcare / DINO

Nesse sentido, a radiologia tem se tornado uma importante aliada por oferecer tecnologias cada vez mais avançadas, que investem tanto na eficiência e na eficácia do resultado, quanto no conforto no ato do exame. "Para a prevenção do câncer de mama, por exemplo, já dispomos de mamografia digital que permite à própria mulher manipular a compressão do equipamento", destaca o Renato Barra, médico nuclear e diretor do IMEB (Imagens Médicas de Brasília), ao se referir ao Pristina.

A tecnologia, desenvolvida por uma equipe de mulheres da GE Healthcare, torna o exame de mama menos dolorido e mais eficiente. Menos dolorido porque dá à paciente autonomia para fazer compressão mamária, através de um controle remoto sem fio. Já a eficiência se deve à tecnologia chamada tomossíntese mamária, que permite a visualização da mama em vários ângulos, aumentando a probabilidade de um diagnóstico precoce.

Outro exame importante para a saúde preventiva da mulher é o Abus, ultrassonografia automatizada complementar à mamografia. Barra explica que o exame é indicado especialmente para mulheres cujos seios são classificados como densos, por terem mais tecido mamário do que gordura. "Esse aspecto pode dificultar a visualização de possíveis nódulos e a percepção do risco do câncer, caso se realize apenas a mamografia. Por isso a necessidade de uma tecnologia complementar", afirma o médico.

Para além das complicações relacionadas à mama, outro fator que merece atenção das mulheres é a saúde óssea, principalmente se estas se encontram acima dos 65 anos de idade, no pós-menopausa. Nesta etapa de vida 30% de pessoas do sexo feminino são afetadas pela osteoporose, que se caracteriza pela redução da quantidade e da qualidade da massa óssea, tornando os ossos mais suscetíveis a fraturas.

De acordo com Renato Barra, para evitar ou desacelerar a evolução da doença, recomenda-se o acompanhamento da densidade óssea por meio da densitometria óssea. "O exame detecta a redução de massa óssea precocemente e aponta qual tipo de intervenção precisará ser feita. Além de rápido, possui baixa exposição à radiação", ressalta.

No IMEB, todos esses exames estão disponíveis e são acompanhados por uma equipe especializada e multidisciplinar, capaz de oferecer o melhor atendimento. "Por meio do IMEB Mulher, estamos investindo cada vez mais em tecnologia e em qualidade no atendimento ao público feminino, sempre com foco na saúde preventiva", pontua Barra.

Website: http://www.imeb.com.br

DINO Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra
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