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Centros de tratamento para dependência química: como funcionam?

5 dez 2019
18h21
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De acordo com dados obtidos em pesquisa da Unifesp, quase 30 milhões de brasileiros têm um familiar que é usuário de drogas e grande parte é dependente do álcool, porém a quantidade de pessoas que busca tratamento não chega a 10% desse número. Mais de três mil familiares de usuários de droga já em clínica de recuperação foram entrevistados no primeiro trimestre de 2019, respondendo a 100 questões elaboradas por centros de tratamento para dependência química.

Foto: DINO / DINO

O que se constatou no estudo quantitativo é que 2/3 dos pacientes internados para os tratamentos em clínica de reabilitação eram viciados em maconha e já utilizavam a droga há 10 anos e 1/3 viciado em cocaína e álcool há 5 anos.

No primeiro caso, os familiares só perceberam a dependência química depois que o usuário já estava se drogando há 6 anos, recorrendo à clínica de tratamento para dependentes químicos 4 anos depois da descoberta. Na segunda situação, o vício foi notado pelos familiares aos 4 anos de uso e a ajuda tanto para a dependência química quanto tratamento voluntário alcoolismo foi buscada 1 ano após a família descobrir. Em ambos os casos, os relatos de familiares sobre como descobriram se resumiram ao modo de agir do dependente químico, isto é, houve uma mudança drástica na maneira de se comportar dentro de casa.

Dados do LENAD (levantamento nacional dos familiares de dependentes químicos) comprovam que pouco mais da metade das internações para tratamento do alcoolismo masculino e feminino bem como dependência de drogas é custeada pela família. 1/10 das internações são conveniadas, enquanto o SUS é o recurso de menor confiança e procura, menos do que 7%.

Por que essa pessoa decidiu usar drogas?

Essa foi uma das 100 questões feitas na pesquisa da Unifesp e a resposta de quase 50% dos familiares foi a de que más influências foram a causa. Contudo, quase 30% dos entrevistados responderam que a causa da dependência química foi uma autoestima muito baixa e possíveis carências afetivas.

Dependência química e alcoolismo no Brasil

Conforme divulgado pelo levantamento nacional dos familiares de dependentes químicos, mais de 2 milhões de brasileiros utilizam Cannabis Sativa pelo menos uma vez na semana. Quanto à cocaína, os brasileiros estão na segunda posição mundial de uso e já em relação ao álcool, quase 15% do país apresenta algum tipo de dependência de acordo com a Organização Mundial da Saúde.

Em relação a estudos que foram realizados anteriormente, o número de alcoolistas cresceu 1/5, sendo que o público feminino foi o que mais aumentou, necessitando de um tratamento feminino de álcool e drogas exclusivo para mulheres.

Centros de tratamento para dependência química

Uma clínica de recuperação de dependente químico deve, antes de tudo, funcionar conforme as exigências das autoridades de saúde, ou seja, possuir autorização legal para realizar tratamento involuntário alcoolismo e dependência química, bem como internações voluntárias. O ambiente deve proporcionar bem-estar ao paciente e atendimento humanizado realizado por profissionais com formação e experiência na área.

A CTES (clínica de tratamento especializado) possui reconhecimento nacional por seus excelentes resultados tanto na recuperação de viciados quanto no tratamento recaída ao uso de drogas e álcool. Possui também espaço arborizado, psicólogos, psiquiatras, médicos e uma equipe que atua com os melhores métodos para tratar a dependência química.

Instituição de enorme credibilidade no tratamento alcoolismo, a CTES para tratamento para dependentes químicos também oferece atendimento a quem tem um usuário de drogas em sua família.



Website: https://cttratamentoalcoolismo.com.br/

DINO Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra
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