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Brasil registra mais de 350 mil mortes por doenças cardíacas todos os anos

30 set 2019 - 17h52
(atualizado em 2/10/2019 às 13h15)
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O Brasil registra cerca de 350 mil mortes por doenças cardíacas todos os anos, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). O número corresponde a uma vida perdida a cada 40 segundos - duas vezes mais do que todas as mortes decorrentes de câncer e seis vezes mais do que as provocadas por todas as infecções no país, de acordo com dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). Visando cuidar do coração da população brasiliense, o maior hospital privado do Distrito Federal - o Hospital Santa Lúcia - vem recebendo importantes investimentos em estrutura, tecnologia, equipe médica renomada, além de novos serviços como a Cardioncologia e outros.

Foto: Grupo Santa Lúcia / DINO

Considerado extremamente raro, o tumor cardíaco costuma surgir em pacientes idosos. A sua incidência é detectada em 0,002% a 0,03% dos pacientes em autópsias. "Tumores malignos que começam no coração são muito raros. Os metastáticos são mais comuns, ou seja, eles acontecem porque se iniciam em outros órgãos, como pele, pulmão, mama e esôfago, e acabam atingindo o coração", revela o médico cardiologista do Hospital Santa Lúcia, Dr. Caio Simões.

De acordo com o especialista, a doença não apresenta sintomas específicos. "Podem ocorrer dispneia, dor torácica, arritmias, perda de peso, redução do apetite, todos os sinais que podem ser confundidos com outras doenças, como insuficiência cardíaca e câncer de pulmão", explica.

No Hospital Santa Lúcia, o ecocardiograma torácico é o exame utilizado para avaliar a localização do tumor. Se persistirem as dúvidas, podem ser utilizados exames mais precisos, como: ecocardiograma transesofágico, ressonância cardíaca (o exame padrão ouro para investigação de tumor cardíaco) ou PET Scan. "O diagnóstico definitivo é realizado com biópsia", lembra Dr. Caio.

Além de atendimento emergencial, internação, UTI especializada, cirurgia de alta complexidade e procedimentos de hemodinâmica, as unidades médicas do Grupo Santa Lúcia contam com cardiologistas altamente capacitados que exercem as várias subespecialidades do segmento. Além disso, a equipe médica possui larga experiência técnica e liderança em cardiologia e cirurgia cardiovascular.

Protocolo de Dor Torácica - Seguindo as experiências dos grandes hospitais de Chicago, nos EUA, o Hospital Santa Lúcia foi o primeiro centro médico do Centro-Oeste a instalar o serviço de Protocolo de Dor Torácica, em 2004. "Trata-se de uma ferramenta essencial na Unidade de Pronto Atendimento para pacientes com queixas de dor torácica aguda, sintomas decorrentes de uma possível síndrome coronária aguda ou de outras doenças cardiovasculares graves", explica o médico cardiologista e coordenador de Cardiologia do Grupo Santa Lúcia, Dr. Frederico Abreu.

Por meio deste protocolo, é possível oferecer uma estratégica mais eficaz no atendimento de urgência e na tomada de decisões da equipe médica, reduzindo em mais de 50% as internações desnecessárias, reduzindo custos e melhorando o bem-estar do paciente. "O principal objetivo é confirmar ou descartar diagnósticos de doenças cardiovasculares de risco, como por exemplo, o infarto agudo do miocárdio, a angina instável, a embolia pulmonar e as doenças agudas da aorta", afirma o cardiologista. No Hospital Santa Lúcia, o Protocolo de Dor Torácica é composto por sala de emergência cardiológica e três leitos equipados com monitorização contínua dos parâmetros vitais. A assistência emergencial é realizada por dois cardiologistas de plantão e por equipe de enfermagem capacitada.

Hemodinâmica mais segura e moderna - Em 2017, o Hospital Santa Lúcia Sul adquiriu uma moderna máquina hemodinâmica GE Innova Biplane. O equipamento, até hoje, é o único do Brasil instalado em ambiente hospitalar, e que permite a obtenção simultânea de imagens de alta resolução a partir de vários ângulos, fazendo o papel de duas máquinas em uma. O setor de hemodinâmica é o local onde são estudados e tratados os problemas de circulação do sangue no organismo.

Segundo o cirurgião endovascular do Hospital Santa Lúcia e um dos maiores especialistas da área no Brasil, Dr. Gustavo Paludetto, a maioria das complicações cardiovasculares, como infarto, aneurisma e arritmias, é diagnosticada e tratada no setor de hemodinâmica. "As vantagens da nova máquina incluem o uso de menores doses de contraste e radiação; diminuição do tempo de cirurgia, que implica menor tempo de anestesia; maior precisão no implante de stents, micromolas e marca-passos, com menor risco e maior segurança para o paciente", explica o médico. De acordo com o especialista, o equipamento oferece imagens de alta definição no mais elevado nível de detalhes e permite todos os tipos de reconstrução de imagens em 3D, inclusive a partir de tomografias.

A máquina GE Innova Biplane também possibilita a navegação de cateteres em imagem virtual, reduzindo a necessidade de injeção de contraste no paciente durante o ato cirúrgico. Acoplada à ultrassonografia intravascular, o equipamento permite a visualização de detalhes reais do fluxo dentro dos vasos sanguíneos. "A equipe médica também se beneficia do equipamento, já que fica exposta à radiação por menos tempo e consegue visualizar com o máximo de detalhes (com zoom de mais de 20 vezes) os vasos sanguíneos e suas alterações, além de placas de gordura existentes e aneurismas", acrescenta Paludetto.

Outros exames cardiológicos de ponta - As unidades médicas do Grupo Santa Lúcia dispõem de um parque tecnológico completo e de ponta que fazem toda a diferença na precisão e agilidade nos diagnósticos laboratoriais e de imagem - como a ressonância magnética de alto campo, que não utiliza radiação para captação de imagens e mesmo assim apresenta exames detalhados.

Outros exames fundamentais que podem ajudar a identificar os pacientes que apresentam no futuro maiores chances de desenvolver doenças cardíacas é o Escore de Cálcio Coronariano e a Angiotomografia Coronariana. "São dois exames tomográficos que analisam o grau de aterosclerose das artérias sem a necessidade de procedimentos invasivos", explica o coordenador de Cardiologia do Grupo Santa, Dr. Frederico Abreu. A angiotomografia coronariana, inclusive, permite a caracterização de graus de obstrução das artérias cardíacas e a análise da composição das placas de ateroma, que se formam nas paredes desses vasos.

DINO Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra
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