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Aparelho de som do carro em volume alto pode ocasionar danos à audição

1 jul 2019 10h42
| atualizado às 13h01
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Segundo a Redação Folha, muitas pessoas têm o hábito de ouvir músicas no som do carro em um volume muito alto. Os dados apontam o quanto isso pode ser prejudicial à saúde auditiva, podendo ocasionar problemas irreversíveis à audição.

De acordo com os especialistas, isso pode acontecer porque as células da cóclea e do nervo auditivo podem ser destruídas por conta da frequente exposição ao barulho.

Por esse motivo, profissionais especializados no assunto alertam às pessoas que apreciam ouvir música alta. Eles explicam que quanto maior for o volume do som maior será a pressão sonora em um ambiente fechado, assim como os carros.

De acordo com dados divulgados, para ouvir música dentro de qualquer carro, o ideal é que não ultrapasse os 85 decibéis. Vale mencionar que a longa exposição a barulho muito alto pode gerar lesões irreversíveis no ouvido.

Mesmo os sons e ruídos oriundos do trânsito, das ruas, volume do rádio e das conversas dentro do veículo, juntos, ultrapassam os 100 decibéis, o que, certamente, é prejudicial à saúde auditiva.

Sintomas mais comuns que indicam problemas auditivos causados por ouvir música em volume alto dentro do carro

De acordo com a pesquisa, os sintomas mais comuns, que podem apontar algum tipo de problema nos ouvidos, podem ser a sensação de surdez por alguns minutos, abafamento nos ouvidos e zumbido. Nesse caso, o ideal é buscar a ajuda de um especialista, o qual poderá solicitar exames que vão apontar qual é o problema e o tratamento mais adequado. 

Vale lembrar que esse tipo de ação, além de prejudicar a audição, gera multas ao indivíduo que infringe a lei, já que ouvir música no carro com o volume acima do permitido é considerado por lei uma infração.

Aproximadamente 30 milhões de pessoas no Brasil apresentam surdez

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil já conta com 28 milhões de pessoas surdas, o que representa 14% da população brasileira.

A entidade afirma que 10% desses indivíduos já convivem com a perda da audição e que a maioria teve a saúde auditiva danificada por conta da longa exposição ao som alto.

De acordo com o professor titular de otorrinolaringologia da Faculdade de Medicina da USP, a quantidade de pessoas com surdez ou deficiência auditiva no Brasil poderá crescer devido a muitos fatores, dentre eles a expectativa de vida da população brasileira.

Ele explica que o país, hoje, conta com mais pessoas idosas do que há alguns anos atrás, já que entre os 60 e 65 anos de idade algumas delas já apresentam perdas significativas de audição. De acordo com o seu relato, a porcentagem de pessoas no Brasil que sofrem com o problema pode ser maior, se for comparado com outros anos.

O professor enfatiza também que locais de trabalho, como oficinas mecânicas, metalúrgicas e pequenas indústrias, podem ser cenários de alto risco para a saúde auditiva. Isso acontece por falta do uso de protetores de ouvido para inibir ruídos e sons altos.

Caso o indivíduo apresente algum desconforto nos ouvidos, sensação de audição abafada, ruídos, entre outros sintomas relacionados à perda da audição, o ideal é procurar de imediato um profissional especializado, a fim de buscar orientação sobre o melhor tratamento a ser realizado.

A Dra. Inesângela Canali é uma profissional especializada em otorrinolaringologia e disponibiliza tratamentos para problemas desta natureza, sendo uma ótima opção de otorrino em Porto Alegre e região.



Website: https://www.inesangelacanali.com.br/

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