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Dia Mundial de Combate ao Bullying: como identificar sinais de agressão e onde denunciar

Legislação estabelece prevenção nas escolas e especialistas detalham sintomas emocionais das vítimas

20 out 2026 - 10h01
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Resumo
No Dia Mundial de Combate ao Bullying, especialistas discutem sinais de agressão, medidas preventivas em escolas e formas de denúncia, destacando a seriedade do problema e a necessidade de ambientes seguros para os jovens.

O bullying é uma violência que envolve constranger, intimidar ou ridicularizar alguém que vivencia sofrimento físico ou moral sem motivo justificado. Nesta terça-feira, 20, é celebrado o Dia Mundial de Combate ao Bullying, data criada para mobilizar debates sobre a agressão, que atinge entre 25% e 50% dos jovens no planeta, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Imagem gerada por Inteligência Artificial, que não tem o objetivo de refletir ou retratar situações reais.
Imagem gerada por Inteligência Artificial, que não tem o objetivo de refletir ou retratar situações reais.
Foto: Imagem: gerada por IA / Portal Terra

Apesar de o Código Penal Brasileiro não classificar a conduta como crime propriamente dito, o ambiente de ensino possui obrigações formais. Em 2018, a legislação determinou que as instituições educacionais implementem medidas institucionais voltadas à promoção da cultura de paz e ao combate de violências sistemáticas.

No cenário nacional, um em cada dez estudantes é alvo frequente de hostilidades, conforme medição do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). Em resposta aos índices globais, o Brasil assumiu compromissos internacionais perante o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) para estruturar, até 2026, ambientes escolares seguros e ampliar materiais pedagógicos contra a intolerância.

Quando os ataques migram para o meio digital, configuram o cyberbullying, caracterizado pelo uso de ferramentas online para depreciar, adulterar fotos e expor dados privados. A exposição virtual amplifica o alcance do constrangimento e exige moderação rigorosa para barrar conteúdos depreciativos.

Quais sinais indicam que a criança sofre violência?

As vítimas costumam apresentar tristeza frequente, quedas súbitas no desempenho acadêmico e recusa em comparecer a lugares determinados. Mudanças bruscas no humor e retraimento social também sinalizam a ocorrência de intimidações cotidianas.

No aspecto físico, surgem sintomas sem diagnóstico biológico, como queixas recorrentes de enjoo e cefaleia. A linguagem corporal reflete o constrangimento por meio de ombros curvados, cabeça baixa e dificuldade para manter contato visual durante conversas.

Como denunciar e conter novos casos?

A intervenção primária exige repreensão imediata dos atos sem tolerar humilhações disfarçadas. Especialistas ressaltam que o sofrimento psicológico de estudantes demanda a mesma seriedade e estrutura de atendimento clínico destinadas a enfermidades corporais.

Para o registro formal de violações aos direitos infantojuvenis, a população pode acionar anonimamente o Disque 100 e os Conselhos Tutelares municipais. Acontecimentos urgentes de agressão imediata devem ser direcionados à Polícia Militar pelo telefone 190 e comunicados em delegacias.

TerrAI Texto gerado com ajuda de Inteligência Artificial e editado pelo nosso time de jornalistas.
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