O Japão registrou o número recorde de nove milhões de casas abandonadas.
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O Japão registrou o número recorde de nove milhões de casas abandonadas.
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No país asiático, essas residências desocupadas são denominadas de “akiya”, termo que se referia às construções em áreas rurais.
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De acordo com dados do Ministério de Assuntos Internos e Comunicação do Japão, 14% dos imóveis residenciais do país estão "às moscas".
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A situação é um reflexo direto da crise populacional vivida pelo Japão.
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Quarta maior economia do mundo atualmente, o Japão vê a expectativa de vida aumentar constantemente acompanhada de uma queda acentuada na taxa de natalidade.
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Cada vez mais são encontradas “akiya” em grandes centros urbanos, como na própria capital Tóquio.
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“Esse é um sintoma do declínio populacional do Japão”, destacou à CNN Jeffrey Hall, professor da Universidade Kanda de Estudos Internacionals, na província de Chiba.
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“Não é um problema de construir muitas casas, mas de não ter gente suficiente mesmo”, completou o acadêmico.
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Por tradição, as "akiya" costumam ser herdadas e isso explica parte do problema. Com a queda nas taxas de natalidade, há muitos casos em que não há uma nova geração para receber o imóvel.
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Em relação às moradias nas áreas rurais, ainda há cada vez mais casos de herdeiros desinteressados em permanecer nessas localidades, preferindo migrar para grandes centros urbanos.
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Segundo especialistas ouvidos pela CNN, ainda há um aspecto financeiro contribuindo para essa realidade do aumento de residências abandonadas.
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Muitos proprietários optam por não modernizar os imóveis porque fica mais barato mantê-los, ainda que envelhecidos.
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Uma consequência problemática do fato de haver tantas casas abandonadas é o aumento dos riscos à segurança em situações de desastres naturais.
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Como o Japão é muito suscetível a terremotos e tsunamis, a falta de manutenção de tantos imóveis torna mais complexas as operações de resgate e reconstrução de cidades.
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Existem ainda os riscos sociais associados ao aumento de casas abandonadas para a segurança pública e preservação do meio ambiente. É um quador que pode deteriorar a qualidade de vida nessas cidades.
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Estudiosos da Universidade de Tóquio dizem que é preciso haver políticas públicas que aproveitem os espaços ocupados por essas casas abandonadas para criar novas estruturas que tragam proveito à comunidade.
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O Ministério de Assuntos Internos do Japão divulgou relatório em julho de 2023 apontando que todas as 47 prefeituras do país (o equivalente a estados no Brasil) tiveram redução populacional no ano anterior.
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Em um ano, a população japonesa sofreu redução de 800 mil pessoas, totalizando 125,4 milhões de habitantes.
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Os dados oficiais mostram que o Japão acumula sequência de oito anos seguidos com redução populacional.
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O primeiro-ministro japonês, Fumio Kishida, descreveu a situação como crítica. Porém, o país tem fracassado nas tentativas de estimular o aumento na taxa de natalidade.