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ChatGPT e sala de aula combinam?

29 set 2023 - 17h02
(atualizado em 2/10/2023 às 15h43)
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Com o avanço da Inteligência Artificial generativa, professores temem que a tecnologia afete o desempenho dos alunos. Ao mesmo tempo, programas como o ChatGPT vêm sendo mal utilizados em ambientes de ensino, gerando até acusações equivocadas de plágio de trabalhos escolares e acadêmicos.

O #AosFatosNOAR explica como essa tecnologia funciona e de que forma professores podem fazer uso dessas ferramentas para ampliar as possibilidades de aprendizado em sala de aula. Confira:

Proibir ou ensinar a lidar. O medo de que os estudantes deixem de fazer as tarefas por sua conta devido às tecnologias de Inteligência Artificial não é exclusivo dos docentes brasileiros. Nos Estados Unidos, por exemplo, a rede de ensino de Nova York proibiu o uso do ChatGPT. No entanto, neste ano, o governo de Singapura determinou que alunos e professores devem aprender a utilizar a ferramenta corretamente.

No Brasil, a tecnologia ainda não foi regulada pelo Congresso, mas a falta de formação adequada dos professores para o uso desta tecnologia já provoca dores de cabeça.

Um exemplo disso tem sido o uso do ChatGPT por alguns professores que acreditam, de maneira enganosa, que a ferramenta seria confiável para detectar plágios em trabalhos escolares e acadêmicos. Até este momento, a tecnologia não se mostrou apropriada para esse tipo de uso, e docentes já foram acusados por alunos por avaliações erradas apresentadas pelo ChatGPT.

O que dizem os especialistas. Aos Fatos perguntou a alguns especialistas quais práticas poderiam ser úteis para fazer frente ao mau uso dessas ferramentas. Talvez, o maior consenso entre eles seja a necessidade de trazer o tema para sala de aula, de modo a desmistificar os usos da inteligência artificial na educação, buscando meios de inserir a tecnologia de forma benéfica no cotidiano da sala de aula.

Entre os tópicos que os professores podem trabalhar com os alunos está o questionamento sobre as limitações dessas ferramentas e sobre como elas podem reproduzir preconceitos, além do ensino de formas de checar se um conteúdo foi ou não foi gerado por IA.

Aos Fatos
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