Veja fotos ampliadas do ataque à escola em Realengo
Um ex-aluno matou 12 estudantes e se suicidou na zona oeste do Rio
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7 de abril -A Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, zona norte do Rio, foi atacada no início da manhã por um ex-aluno armado com dois revólveres
Foto: AP
7 de abril -A Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, zona norte do Rio, foi atacada no início da manhã por um ex-aluno armado com dois revólveres
Foto: AP
7 de abril - Estudantes choram a morte de 12 colegas assassinados por Wellington Menezes de Oliveira, que se suicidou após ser baleado por um policial
Foto: AP
7 de abril - Logo após o massacre, a Polícia Militar pediu que os pais de alunos se acalmassem e verificassem se seus filhos estavam em casa
Foto: Jadson Marques / Futura Press
7 de abril - Em busca de informações, familiares e vizinhos se aglomeraram em frente ao colégio e um cordão de isolamento teve que ser colocado no local
Foto: EFE
7 de abril - No meio da multidão que se reuniu em frente à escola, uma estudante desmaiou e teve que ser socorrida
Foto: EFE
7 de abril - A escola de Realengo foi palco de um tipo de massacre até então conhecido pelos brasileiros apenas por noticiais internacionais
Foto: Luiz Gomes / Futura Press
7 de abril - No entorno da instituição de ensino, o desespero tomou conta assim que as identidades das vítimas fatais começaram a ser divulgadas
Foto: Reuters
7 de abril - Muitos pais também viveram momentos de nervosismo em busca de informações sobre a localização de seus filhos, feridos ou não
Foto: AFP
7 de abril - Testemunhas disseram à polícia que foram mais de 50 disparos dentro da escola. No dia seguinte ao ataque, 62 cápsulas deflagradas foram recolhidas
Foto: AP
7 de abril - Além de matar 12 estudantes, o atirador feriu 18 pessoas no ataque até ser baleado por um sargento da Polícia Militar
Foto: EFE
7 de abril - O corpo do ex-aluno Wellington Menezes de Oliveira foi o último a ser retirado pela perícia de dentro da escola
Foto: EFE
7 de abril - Bastante emocionada, a presidente Dilma Rousseff pediu, em Brasília, um minuto de silêncio para os "brasileirinhos indefesos que perderam a vida e o futuro"
Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil
7 de abril - Na escola atacada, o atirador deixou uma carta com instruções sobre como queria ser enterrado e qual a destinação desejada a seus bens
Foto: Divulgação
8 de abril - O atirador usou um revólver calibre 38 e outro calibre 32, além de dispositivos para recarregar as armas rapidamente
Foto: Luis Bulcão Pinheiro / Especial para Terra
8 de abril - No muro da escola, cruzes para cada uma das vítimas e mensagens de luto transformaram a calçada em local de homenagens
Foto: Reinaldo Marques / Terra
8 de abril - Os estudantes mortos pelo atirador tinham entre 12 e 14 anos e estavam em duas salas de aula invadidas
Foto: Reinaldo Marques / Terra
8 de abril - Diante de repórteres de diversos veículos, a avó de Ana Carolina Pacheco da Silva chora a morte da neta, de 13 anos
Foto: Reinaldo Marques / Terra
8 de abril - O velório da estudante Larissa dos Santos, 13 anos, foi marcado por homenagens
Foto: EFE
8 de abril - A irmã de Milena dos Santos Nascimento, 14 anos, se desespera e é amparada durante o sepultamento da jovem
Foto: Reinaldo Marques / Terra
8 de abril - Abraçados, colegas choram a morte de Igor Moraes da Silva, 13 anos, em velório no cemitério Jardim da Saudade
Foto: AP
8 de abril - Familiares jogam flores sobre o caixão de Rafael Pereira da Silva, 14 anos, conhecido como Príncipe da Carumbé, em referência ao nome da rua onde morava
Foto: EFE
8 de abril - O dia seguinte ao massacre foi marcado pela dor de famílias e amigos nos enterros dos estudantes mortos
Foto: Reuters
9 de abril - No sábado, muitas pessoas que não conheciam as vítimas se deslocaram até a escola para rezar em memória dos alunos mortos
Foto: Reinaldo Marques / Terra
9 de abril - O portão da escola, por onde o atirador entrou fingindo ser palestrante, recebeu dezenas de mensagens de solidariedade às famílias
Foto: Reinaldo Marques / Terra
9 de abril - Dois dias após o massacre, alunos e moradores da região da escola trocaram o cordão de isolamento da polícia por um abraço coletivo
Foto: Reinaldo Marques / Terra
9 de abril - A casa onde Wellington morou até quatro meses antes do ataque, em Realengo, amanheceu com muros e portões pichados
Foto: Reinaldo Marques / Terra
9 de abril - Izaías de Souza e Charleston Souza de Lucena foram presos e confessaram a venda de uma das armas ao atirador
Foto: Reinaldo Marques / Terra
10 de abril - Com 12 bandeiras manchadas de vermelho, a organização não governamental Rio de Paz protestou contra o tráfico de armas
Foto: Reinaldo Marques / Terra
11 de abril - Agente da prefeitura participa da limpeza da escola. Durante os trabalhos, um dos garis se emocionou e passou mal
Foto: Futura Press
12 de abril - Os três policiais que interromperam o massacre, entre eles o sargento que baleou Wellington, foram promovidos por bravura