Sem dados de SP, Brasil registra 868 novas mortes por covid
Segundo dados do Ministério da Saúde, desde o início da pandemia o número de vítimas fatais da doença no país chega a 541 mil mortos
O Brasil registrou neste sábado 868 novos óbitos em decorrência da covid-19, o que eleva o total de vítimas fatais da doença no país a 541.266, informou o Ministério da Saúde. Também foram contabilizados 34.339 novos casos de coronavírus, com o total de infecções no país avançando para 19.342.448, acrescentou a pasta.
O site do ministério, no entanto, mostra zero para novos casos e novas mortes no Estado de São Paulo neste sábado, o que indica que não houve atualização dos dados paulistas. São Paulo é o Estado com maior número de casos e óbitos acumulados no país.
O Brasil é o segundo país com maior número de óbitos pela doença, atrás somente dos Estados Unidos, e o terceiro em contagem de casos, abaixo de EUA e Índia.
O governo federal ainda reporta 17.983.275 pessoas recuperadas da Covid-19 e 817.907 pacientes em acompanhamento.
Consórcio de Imprensa
O Brasil registrou 823 novas mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, segundo dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa neste sábado, 17. O balanço, no entanto, não contou com a atualização de São Paulo, Estado mais populoso e responsável pela maior quantidade, em números absolutos, de casos e óbitos desde o início da pandemia.
Ao todo, o Brasil soma 541.323 perdas durante a crise sanitária. Já o total de diagnósticos chegou a 19.339.124, de acordo com o balanço. Nas últimas 24 horas, foram notificados 32.724 casos de coronavírus.
Até a sexta-feira, 16, o Estado de São Paulo acumulava 134.320 mortes e 3.919.754 diagnósticos de covid.Sem SP a média móvel de óbitos, índice que corrige distorções entre dias úteis e fim de semana, ficou em 1.196. Por sua vez, a de novos casos chegou a 39.048. Ambas estão em tendência de queda há pelo menos 20 dias. Médicos e cientistas, no entanto, ainda alertam que o patamar da pandemia no País é alto.
Os dados diários do Brasil são do consórcio de veículos de imprensa formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde, em balanço divulgado às 20h. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.