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Villas Bôas fala em "restrições" a general alvo do STF

Assessor especial do GSI disse estar "preocupado" com restrições que o general da reserva Paulo Chagas estaria sofrendo

16 abr 2019
14h03
atualizado às 14h39
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O assessor especial do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) Eduardo Villas Bôas disse estar "preocupado" com restrições que o general da reserva Paulo Chagas estaria sofrendo. Nesta terça-feira, 16, Chagas foi alvo de busca da Polícia Federal e teve redes sociais bloqueadas após decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Assessor especial do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Eduardo Villas Bôas. 
Assessor especial do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Eduardo Villas Bôas.
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil / Estadão Conteúdo

"Conheço muito o general Paulo Chagas. Amigo pessoal meu e confesso que estou preocupado. Vamos acompanhar os desdobramentos disso", declarou Villas Bôas após sessão de homenagem ao Dia do Exército na Câmara.

Ele explicou em seguida que estava preocupado com "as restrições que o general Paulo Chagas possa estar sofrendo". O general Villas Bôas, ex-comandante do Exército, disse desconhecer as motivações de Alexandre de Moraes, mas declarou esperar da Justiça que as coisas sejam colocadas "no devido lugar" após apurações."O funcionamento das instituições vai distencionar a situação", reforçou.

Já o comandante do Exército, general Edson Pujol, não quis comentar a decisão do ministro do Supremo de ordenar buscas e bloquear redes sociais de militares após críticas à Corte.

Pujol, porém, defendeu, Chagas. "Não tenho os detalhes, a motivação que levou, as circunstâncias. O que eu posso dizer é que conheço o Paulo Chagas, é um militar e um cidadão íntegro, temos maior respeito e admiração por ele", declarou o comandante após participar de sessão solene na Câmara em homenagem ao Dia do Exército.

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Estadão
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