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Política

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Toffoli adia julgamento de registro de candidatura de Renan Santos por 'indícios de ilicitude'

Ministro do Tribunal Superior Eleitoral apontou possíveis irregularidades nas informações sobre contas em redes sociais de Renan Santos (Missão); decisão seria nesta segunda, 31

30 ago 2026 - 15h02
(atualizado às 18h20)
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Resumo
O ministro do TSE Dias Toffoli adiou o julgamento do registro da candidatura presidencial de Renan Santos (Missão) para analisar indícios de irregularidades na declaração de suas redes sociais. Segundo Toffoli, há suspeitas de descumprimento da legislação eleitoral. Em resposta, a defesa do candidato pediu a reconsideração da decisão, negando qualquer ilegalidade e alegando que as pendências decorrem de falhas no próprio sistema do tribunal.

O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Dias Toffoli retirou de pauta o julgamento do registro de candidatura à Presidência da República de Renan Santos (Missão). O julgamento ocorreria nesta segunda-feira, 31.

O ministro adiou a decisão para analisar supostas irregularidades na documentação apresentada pelo candidato sobre suas redes sociais. A legislação ordena que essas contas sejam apresentadas no ato do registro da candidatura.

Neste domingo, a defesa do Missão, partido de Renan, pediu a reconsideração da decisão do ministro Dias Toffoli, sob o argumento de que não há ilegalidade em seu registro.

Em um vídeo divulgado neste domingo, 30, Renan Santos afirmou que "está dando um problema no TSE no registro de redes sociais de todos os candidatos". "Um problema de sistema, que envolve o TSE há muito tempo", afirmou.

"A gente registrou, sim, minhas redes sociais, e estão querendo enquadrar minha campanha como uma campanha que está abusando do poder econômico", disse.

O pedido de registro da candidatura de Renan havia sido feito no dia 7. No dia 19, o candidato e seu vice, Aroldo Medina, apresentaram uma informação complementar de que teriam um total de 18 perfis nas redes.

Ao analisar as informações complementares, o ministro afirmou que há "indícios de ilicitudes" e descumprimento da lei eleitoral. A decisão não entrou em detalhes sobre quais seriam as ilegalidades.

O candidato em debate da Band e do Estadão
O candidato em debate da Band e do Estadão
Foto: Daniel Teixeira/Estadão / Estadão

O ministro citou, que elas supostamente feririam um artigo da lei eleitoral que dispõe sobre o que é e o que não é permitido na propaganda eleitoral na internet. Também mencionou resolução do TSE sobre o tema.

Estadão
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