Script = https://s1.trrsf.com/update-1790713512/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
AO VIVO
Eleições no Terra: acompanhe a apuração do 1º turno com análise em tempo real

Política

Publicidade

'Se tivesse roubado celular, estaria tudo bem', diz Zema sobre levar telefone para cabine de votação

Justiça Eleitoral apura conduta do candidato do Novo à Presidência; ex-governador de Minas afirmou que não foi alertado sobre veto ao uso do aparelho no local

4 out 2026 - 18h12
(atualizado às 18h21)
Compartilhar
Exibir comentários
Resumo
Romeu Zema ironizou a ação aberta pelo Ministério Público Eleitoral após ele entrar com um celular na cabine de votação em Araxá (MG). O candidato alegou que usava a ferramenta virtual do TSE para consultar seus votos e que não foi avisado pelos mesários sobre o veto, negando ter feito fotos. O caso será apurado pelo TRE-MG. As normas eleitorais proíbem expressamente o porte de aparelhos eletrônicos junto à urna para resguardar o sigilo do voto, permitindo apenas anotações em papel.

O candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) ironizou nas redes sociais neste domingo, 4, a ação apresentada pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) após ele entrar com um celular na cabine de votação em Araxá (MG). "Mas se eu tivesse roubado um celular e falasse que era pra comprar uma cervejinha estaria tudo bem. Mais um dia de Brasil", escreveu.

Na publicação, Zema também questionou o fato de a Justiça Eleitoral disponibilizar ferramentas virtuais para auxiliar o eleitor antes da votação. "O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) cria uma ferramenta chamada 'Colinha Virtual', a gente usa e o MPE ajuíza uma ação CRIMINAL contra mim porque usei o celular. (???)", afirmou.

O ministro Kassio Nunes Marques, presidente do TSE, diz que intercorrências com celular são comuns e afirmou que a Justiça Eleitoral tomará providências.

Candidato a presidente Zema votando em MG
Candidato a presidente Zema votando em MG
Foto: Reprodução/Rede Social / Estadão

O MPE ingressou com a ação após Zema ser flagrado com o aparelho em mãos diante da urna. Mais cedo, o candidato disse que não havia sido alertado pelos mesários sobre a proibição e negou ter feito fotografias ou registros durante o voto. O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) informou que o episódio será apurado.

Zema afirmou que não foi alertado sobre o veto ao uso do aparelho e disse que havia temas mais importantes para serem debatidos na eleição.

As regras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) proíbem que eleitores portem celulares, câmeras ou outros equipamentos capazes de comprometer o sigilo do voto dentro da cabine, mesmo desligados. Os aparelhos devem ser deixados em local indicado pela mesa receptora antes da votação. A Justiça Eleitoral permite que o eleitor leve uma "colinha", mas orienta que os números dos candidatos sejam anotados em papel.

Estadão
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra