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Saúde cita entraves em construção de hospital de campanha

Hospital de campanha em Águas Lindas de Goiás/GO sofreu atraso de um mês na sua entrega. O Ministério alega que entraves atrasaram a obra

5 jun 2020
15h35
atualizado às 15h49
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Presidente Jair Bolsonaro durante inauguração de hospital de campanha em Águas Lindas de Goiás
05/06/2020
REUTERS / Adriano Machado
Presidente Jair Bolsonaro durante inauguração de hospital de campanha em Águas Lindas de Goiás 05/06/2020 REUTERS / Adriano Machado
Foto: Reuters

O Ministério da Saúde apontou que houve inconsistências durante a construção do hospital de campanha em Águas Lindas de Goiás/GO. A estrutura, destinada a atender pacientes de covid-19, foi inaugurada pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo governador Ronaldo Caiado (DEM) nesta sexta-feira (5) com um mês de atraso.

O governo federal foi responsável pela construção. A gestão estadual, por sua vez, vai conduzir a operação da unidade e os atendimentos. O governo de Goiás informou que a unidade foi inaugurada agora porque a estrutura só foi transferida para a administração federal na semana passada.

O Ministério da Infraestrutura, responsável pela montagem da estrutura, apontou entraves técnicos e trocas na pasta da Saúde como motivos. Desde que o hospital começou a ser construído, dois ministros da Saúde deixaram o governo. Coube a pasta transferir a estrutura para o governo estadual. O tempo entre a conclusão da obra e a transferência para o Estado de Goiás foi apontado como atraso pelas autoridades.

"O Ministério da Saúde esclarece ainda que houve algumas inconsistências por parte da construtora ao montar o Hospital de Campanha de Águas Lindas (GO). Essas inconsistências foram corrigidas no dia 21/05. No dia 22/05 foi assinado o termo de cooperação técnica com o governo de Goiás. O Hospital de Campanha de Águas Lindas foi entregue à Secretaria Estadual de Saúde de Goiás no dia 25/05", informou a nota do Ministério da Saúde enviada ao Broadcast Político (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado).

A pasta pontuou que foi responsável pelo pagamento da construção da estrutura montada, além do fornecimento de oxigênio e suplementar de energia elétrica por geradores. Questionado sobre se houve prejuízos aos pacientes devido ao atraso, o ministério reforçou que o funcionamento da unidade cabe ao governo de Goiás.

 

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