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PT sonda Manuela D'Ávila e Freixo, segundo Gleisi Hoffmann

25 nov 2019
01h05
atualizado às 08h06
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A deputada federal e presidente reeleita do PT, Gleisi Hoffmann, afirmou que o partido deve acelerar a partir de agora as tratativas sobre as candidaturas para as eleições municipais de 2020. Gleisi foi reeleita presidente do partido neste domingo, 24 no 7º Congresso da sigla, que ocorreu na Casa de Portugal, em São Paulo.

Manuela D'Ávila durante entrevista coletiva em São Paulo 07/08/2018 REUTERS/Paulo Whitaker
Manuela D'Ávila durante entrevista coletiva em São Paulo 07/08/2018 REUTERS/Paulo Whitaker
Foto: Reuters

"Estamos conversando muito com a Manuela (D'Ávila, do PCdoB), muito com o Freixo (Marcelo Freixo, deputado federal pelo PSOL-RJ). Não tem nada definido, mas estamos conversando", falou, em coletiva de imprensa, sobre possíveis alianças nas eleições em 2020.

Gleisi ainda avaliou que, nas redes sociais, a atuação do partido está "aquém" do necessário para se comunicar com a sociedade.

"As redes de direita e de extrema-direita, até pelos recursos que têm, pelos robôs que usam, pelo modo que atuam acabam atingindo mais pessoas. Não usamos esses métodos, mas precisamos reforçar nossas redes. Temos o desafio de juntar essa rede e canalizá-la para um propósito

comum único, que é luta popular", disse, citando os parlamentares do partido e as associações ligadas ao PT.

Segundo a presidente da sigla, essa é uma política que o PT está construindo, de potencializar o que tem e de fazer mais investimentos em comunicação nas redes.

Sobre a possibilidade de o partido vir a discutir a defesa do impeachment do presidente Jair Bolsonaro, aprovada em emenda à tese que vai guiar o partido nos próximos anos, Gleisi disse que "possibilidade sempre tem".

"O presidente comete uma série de impropriedades. Sua família está sendo investigada. Então tem possibilidade de se configurar um crime de responsabilidade. Então a possibilidade sempre tem."

A presidente reeleita do partido ainda disse que a linha central do PT é de defesa do povo e contra a pauta liberal que está no Congresso, mas que pode fazer alianças com outros setores em pautas mais amplas, como a defesa da democracia.

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Estadão
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