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Política

Padilha reage à punição de subordinado pelos EUA e diz que Mais Médicos sofre ataque injustificável

Ministro da Saúde defendeu programa que lançou quando estava na gestão Dilma Rousseff; em nota, Mozart Sales afirmou que sanção é 'injusta'

14 ago 2025 - 20h52
(atualizado em 14/8/2025 às 07h36)
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BRASÍLIA - O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, reagiu à revogação de vistos pelo governo dos Estados, punição aplicada a dois brasileiros envolvidos na criação do programa Mais Médicos. O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, chefe da diplomacia do governo Donald Trump, revogou nesta quarta-feira, 13, os vistos do secretário de Atenção Especializada à Saúde do Ministério da Saúde Mozart Júlio Tabosa Sales, e de Alberto Kleiman, um ex-funcionário do governo brasileiro.

Rubio cita, como razão para a medida, o programa "Mais Médicos", política pública criada no governo de Dilma Rousseff para suprir a carência de médicos nos municípios do interior e nas periferias das grandes cidades do Brasil. A pasta da Saúde era chefia por Padilha na época da criação do programa.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, reagiu aos ataques do governo dos EUA
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, reagiu aos ataques do governo dos EUA
Foto: Pedro Kirilos/Estadão / Estadão

Em sua conta no X, o ministro da Saúde disse que o programa sofre um ataque injustificável. "O Mais Médicos, assim como o Pix, sobreviverá aos ataques injustificáveis de quem quer que seja. O programa salva vidas e é aprovado por quem mais importa: a população brasileira. Não nos curvaremos a quem persegue as vacinas, os pesquisadores, a ciência e, agora, duas das pessoas fundamentais para o Mais Médicos na minha primeira gestão como Ministro da Saúde, Mozart Sales e Alberto Kleiman", escreveu o ministro.

Ele disse ainda que na gestão do atual governo, foi dobrada a quantidade de médicos no Mais Médicos. "Temos muito orgulho de todo esse legado que leva atendimento médico para milhões de brasileiros que antes não tinham acesso à saúde. Seguiremos firmes em nossas posições: saúde e soberania não se negociam. Sempre estaremos do lado do povo brasileiro", disse o ministro.

Em publicação no Instagram, Mozart Sales afirmou que a sanção é "injusta" e defendeu o programa Mais Médicos.

"O programa Mais Médicos pelo Brasil é uma iniciativa primordial do governo federal para garantir o necessário atendimento de saúde a milhões de brasileiras e brasileiros em todas as regiões do País", afirmou Sales. "Essa sanção injusta não tira minha certeza de que o Mais Médicos é um programa que defende a vida e representa a essência do SUS, o maior sistema público de saúde do mundo".

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A nova versão do Mais Médicos não incluiu profissionais de Cuba, como na versão original do programa desenhado originalmente para trazer médicos daquele país a partir de negociações diplomáticas durante o governo Dilma Rousseff.

Estadão
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